Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Lula lamenta a morte de Mino Carta e decreta três dias de luto

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    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lamentou, nesta terça-feira (2/9), a morte do jornalista Mino Carta, aos 91 anos, e decretou luto oficial de três dias. Mino estava internado há duas semanas em uma unidade de terapia intensiva (UTI) do hospital Sírio Libanês, em São Paulo.

    “Ele fez história no jornalismo brasileiro: criou e dirigiu algumas de nossas principais revistas (Veja, Isto é, Quatro Rodas, Carta Capital, Jornal da Tarde, Jornal da República) e formou gerações de profissionais e, sobretudo, mostrou que a imprensa livre e a democracia andam de mãos dadas”, destacou o titular do Palácio do Planalto.

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    Demetrio Carta, mais conhecido como Mino Carta, nasceu em Gênova, na Itália, e chegou ao Brasil em 1946, após a Segunda Guerra Mundial, acompanhado dos pais. Já no território brasileiro, a família de Mino se estabeleceu em São Paulo, onde residiu até os dias atuais.

    Lula informou que conhecia o jornalista há quase 50 anos, quando, segundo o petista, Mino passou a dar destaque às reuniões dos trabalhadores dos movimentos sindicais, dos quais Lula fazia parte.

    “Foi ele quem abriu espaço para minha primeira capa de revista, na Istoé, em 1978. Desde então, nossas trajetórias seguiram se cruzando. Eu, como liderança política, ele, como um jornalista que, sem abdicar de sua independência, soube registrar as mudanças do Brasil”, ressaltou o presidente.

    O petista enfatizou a importância do trabalho do jornalista na redemocratização, depois da Ditadura Militar (1964-1985), e se solidarizou aos familiares de Mino Carta. O presidente embarca nesta terça-feira para São Paulo, onde participará da cerimônia de despedida do jornalista.

    “Se hoje vivemos em uma democracia sólida, se hoje nossas instituições conseguem vencer as ameaças autoritárias, muito disso se deve ao trabalho deste verdadeiro humanista, das publicações que dirigiu e dos profissionais que ele formou”, finaliza o presidente.

    Mino Carta tem uma longa trajetória dentro do jornalismo brasileiro, sendo homenageado com a honraria de doutor honoris causa pela Faculdade Cásper Líbero e com o prêmio de Jornalista Brasileiro de Maior Destaque no Ano da Associação dos Correspondentes da Imprensa Estrangeira no Brasil (ACIE).

    Já na literatura, o jornalista escreveu alguns livros de ficção e não-ficção, como “O Castelo de Âmbar e Histórias da Mooca” e “O desafio de Lula”.

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