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Home»Brasil»Mercado em festa: Bolsa bate 2 recordes e dólar é o menor em 15 meses
Brasil

Mercado em festa: Bolsa bate 2 recordes e dólar é o menor em 15 meses

Por Metrópoles15 de setembro de 20255 Mins Read
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Mercado em festa: Bolsa bate 2 recordes e dólar é o menor em 15 meses
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Os mercados de ações e câmbio voltaram a operar no modo “bom humor” nesta segunda-feira (15/9). O Ibovespa, o principal índice da Bolsa brasileira (B3), bateu dois recordes históricos: atingiu o maior patamar tanto durante o pregão como no fechamento. O dólar, por sua vez, registrou queda de 0,69% frente ao real, cotado a R$ 5,31, o menor valor desde 9 de junho de 2024 – há 15 meses, portanto.

No caso do Ibovespa, o primeiro recorde foi quebrado às 14h47, quando o índice somou 144.193 pontos, o maior nível alcançado durante uma sessão. Com isso, ele superou a marca de 144.012 pontos, obtida na quinta-feira (11/9). Ele também fechou em alta de 0,90%, aos 143.546 pontos, mais um recorde. Ficou acima dos 143.150 pontos, também conquistados na última quinta-feira.

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Tanto a alta do Ibovespa, que tem batido sucessivos recordes, como a queda do dólar estão relacionados à expectativa de corte da taxa de juros nos Estados Unidos. Os agentes econômicos esperam que ela seja anunciada na tarde de quarta-feira (17/10), depois da reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês), do Federal Reserve (Fed, o banco central americano).

Na mesma quarta-feira, chamada de “superquarta” pelos investidores, o Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC), também anuncia o valor da taxa básica de juros do Brasil, a Selic, que está em 15% ao ano, maior nível desde 2006. Nesse caso, contudo, a estimativa é que ela seja mantida nesse patamar.

Corte certo

Desde meados de agosto, a discussão entre analistas já não é se os juros serão reduzidos ou não nos EUA. Mas, sim, quanto e quantas vezes a taxa atual, que está no intervalo entre 4,25% e 4,50%, deve cair neste ano. Essa certeza firmou-se entre os agentes depois de declarações do presidente do Fed, Jerome Powell, e da divulgação de dados que indicam um enfraquecimento da economia americana – principalmente, em relação ao mercado de trabalho.

A ferramenta FedWatch, do CME Group, dono da maior bolsa de derivativos do mundo, estima em 96,4% as chances de um corte de 0,25 ponto percentual (p.p.) dos juros nos EUA na quarta-feira. As possibilidades de uma redução de 0,50 p.p. são avaliadas em 3,6%.

Vantagens para o Brasil

Com a previsão de queda da taxa nos EUA, considerada uma barbada pelo mercado, o diferencial de juros entre o Brasil e os EUA tende a aumentar ainda mais. Isso favorece a atração de dólar para o mercado brasileiro, com investidores em busca de rendimentos mais polpudos – o que inclui ativos de risco, como as ações negociadas na B3. Tal quadro também fortalece o real frente à moeda americana.

Bom humor estremecido

O bom humor do mercado, contudo, estremeceu durante a tarde, mas não o suficiente para alterar a direção dos movimentos do Ibovespa e do dólar. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que o governo de Donald Trump deve anunciar novas medidas contra o Brasil na próxima semana, em resposta à condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro por parte da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF). A ameaça foi feita durante entrevista à Fox News.

Rubio não deu detalhes sobre que tipo de represália seria adotado. As possibilidades, segundo analistas, apontam em duas direções. A primeira delas seria a inclusão de novos produtos no tarifaço de 50%, imposto por Trump contra artigos brasileiros exportados para os EUA. A segunda hipótese aponta para novas sanções contra integrantes do STF, com a aplicação da Lei Magnitsky, que já atingiu o ministro Alexandre de Moraes. Óbvio que as duas possibilidades não são excludentes.

Bolsas nos EUA

As bolsas de valores nos Estados Unidos, observa Nickolas Lobo, especialista em investimentos da Nomad, também iniciaram a semana em alta, com o Dow Jones apresentando pouca variação, mas com o S&P 500 e o Nasdaq atingindo novos recordes históricos.

“Os índices foram impulsionados pelo otimismo das negociações comerciais entre EUA e China, que de acordo com Trump, parecem progredir bem”, diz o analista. “As discussões abordaram tarifas e o prazo para a venda do TikTok, onde provavelmente os EUA manterão a proibição do app se a China não ceder em suas demandas. Em meio às negociações, a China anunciou que continuará uma investigação antimonopólio contra a fabricante de chips Nvidia, fazendo suas ações caírem 1,8%.”

Ações no Ibovespa

No Ibovespa, observa Alison Correia, analista da Dom Investimentos, as ações do setor de consumo e varejo subiram, caso do Magazine Luiza, Lojas Renner e C&A, apoiadas pela queda nos juros futuros. Já Banco do Brasil caiu depois de anunciar que resgatará US$ 1,723 bilhões em títulos subordinados.

Fonte:
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