Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Michelle Bolsonaro nega, sem negar, que queira suceder ao marido 

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    Família que reza unida permanece unida, pregou em marchas pelo Brasil no final de 1963 o padre Patrick Peyton, pároco estadunidense de origem irlandesa, conhecido por sua militância anticomunista. Descobriu-se mais tarde que ele era agente da CIA, a serviço do golpe consumado em 31 de março do ano seguinte.

    Não há registros convincentes de que a família Bolsonaro costume rezar unida. Se reza, é cada um para seu lado e às escondidas. Michelle é a única que faz questão de rezar em eventos públicos, e de preferência em línguas estranhas. Talvez por isso, a família Bolsonaro é tão desunida e vive permanentemente às turras.

    Ali, manda quem pode, o fundador do clã, obedece quem tem juízo – e poucos têm. Bolsonaro se diz católico, embora batizado por um pastor evangélico nas águas do rio Jordão, em Israel. O tal do pastor, à época presidente do PSC, depois foi preso por corrupção. Não convidem para a mesma mesa Michelle e seus enteados.

    Bolsonaro já mandou mais na família. Agora, condenado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe e abolição violenta da democracia, assiste infeliz a disputa, interna e externa, por sua herança de votos. Eduardo, o Zero Três, quer sucedê-lo como líder da extrema-direita. Michelle finge que não, mas também quer.

    No último dia 24, em entrevista ao jornal inglês The Telegraph, ela declarou: “Eu me levantarei como uma leoa para defender nossos valores conservadores, a verdade e a justiça. Se, para cumprir a vontade de Deus, for necessário assumir uma candidatura política, estarei pronta para fazer o que Ele me pedir.”

    Antes, quem falava por Deus sobre assuntos políticos aos ouvidos de Michelle era Bolsonaro, e ela se limitava a cumprir às suas ordens. Uma vez que o marido se tornou um anjo decaído, expulso do Paraíso e condenado às trevas, Michelle passou a dispensar a intermediação de Bolsonaro entre ela e Deus. Afoita, a moça!

    Resultado: Bolsonaro, desautorizado por ela como porta-voz de Deus, deu-lhe um tranco e obrigou-a a dar o dito pelo não dito. Se ele, tantas vezes em sua vida, já recuou do que disse, por que não Michelle, e pelo menos uma vez?  Então, Michelle, ontem, negou, sem negar completamente, que aspire a qualquer cargo político.

    Negou ao dizer em uma reunião de mulheres em Rondônia:

    “Vamos trabalhar para reeleger o nosso presidente Jair Messias Bolsonaro. Eu não quero ser presidente, não. Eu quero ser primeira-dama”.

    Não negou ao acrescentar:

    “Nós somos mulheres que acolhem, que alimentam, que ajudam, que cuidam e defendem os seus como leoa. Nós vamos defender a nossa família. O meu marido está dentro de casa, mas, se ele quiser, eu serei a voz dele nos quatro cantos desta nação. Eu não vou baixar a minha cabeça diante dessa injustiça. Eu ajoelho todos os dias, e oro, e peço a Deus que eles venham receber tudo o que eles fizeram de mal contra pessoas inocentes”.

    O Deus da Bíblia é amor, não vingança. Não é possível que Michelle, uma evangélica exemplar, ignore isso. Soberba é pecado.

     

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