Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 

Motta acena a Nunes com estratégia de proibição de mototáxis na Câmara

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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse ao prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), que pretende incluir o novo texto apresentado para a proibição do transporte de passageiros por motocicletas de aplicativos em um projeto mais amplo que trate da regulamentação de empresas de delivery e entregadores.

A conversa ocorreu na sexta-feira (26/9) em um evento que reuniu políticos e empresários em um shopping na zona oeste da capital paulista. Após três painéis que trataram de segurança pública, Motta teve conversas reservadas com políticos como o secretário de governo de São Paulo e presidente do PSD, Gilberto Kassab, Nunes e o ex-prefeito de São Paulo João Doria.

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O presidente do PSD, Gilberto Kassab, e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB)

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O presidente da Câmara dos Deputado, Hugo Motta, o ex-prefeito de São Paulo João Dória e o atual mandatário Ricardo Nunes (MDB)

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O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB)

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O presidente da Câmara, Hugo Motta

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Presidente da Câmara, Hugo Motta, falou ao Metrópoles sobre as medidas contra adultização de crianças nas redes sociais

Sam Pancher/Metrópoles

Um novo texto que condiciona a liberação do serviço de mototáxi por aplicativos a um estudo prévio dos impactos de saúde pública e mobilidade urbana foi apresentado pelo deputado federal Maurício Neves (PP-SP). Com a estratégia de Motta, de incluir o texto a uma discussão mais ampla sobre os trabalhadores de aplicativos, há uma expectativa da prefeitura paulistana de conseguir vedar o serviço.

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Tentativas de proibição

O prefeito já tentou proibir o serviço de mototáxi no âmbito municipal por meio de decreto, que foi suspenso por decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP). Uma decisão da desembargadora Marcia Dalla Dea Barone afirmou que a proibição é inconstitucional e determinou um prazo de 90 dias para a capital paulista regularizar o serviço de transporte de moto por aplicativo.

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Ponto de mototáxi em Perus, zona norte

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Prefeitura de São Paulo rejeita defesa das empresas Uber e 99 e mantém multa de R$ 500 mil por serviço de mototáxi na cidade

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Reportagem do Metrópoles em garupa de mototáxi em São Paulo

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Mototáxi na zona sul de São Paulo

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Mototáxi na zona sul de São Paulo

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Câmara Municipal discute regulamentação do mototáxi

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Câmara Municipal discute regulamentação do mototáxi

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JR Freitas, líder do movimento autônomo dos motoboys, durante sessão na CCJ da Câmara Municipal de São Paulo

Reprodução/Instagram

Em outra frente, Nunes conseguiu em articulação com o deputado estadual Fábio Faria de Sá (Podemos-SP) que uma legislação fosse aprovada na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) para proibir os mototáxis a nível estadual. A lei, porém, foi suspensa pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que alegou se tratar de um tema nacional.

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