Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Mulher relata mudança misteriosa em seu ombro: “Levantando sozinho”

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    O que começou como um detalhe quase imperceptível se transformou em um mistério para Caroline Miele. A dançarina profissional, de 28 anos, percebeu que seu ombro direito estava gradualmente “levantando”, semana após semana, sem motivo aparente.

    “No começo, só eu percebia. Depois de um tempo, meu noivo e meus amigos começaram a notar que algo estava diferente”, diz Caroline, que vive na Flórida, nos Estados Unidos.

    Acostumada às exigências físicas da dança, ela achou que fosse apenas um cansaço muscular. “Não sentia dor, só um espasmo ocasional, então continuei trabalhando e dançando”, conta ela à revista People.

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    Mesmo sem sentir dor, ela percebeu que o ombro direito seguia cada vez mais elevado e resolveu procurar respostas na internet, mas sem sucesso. “Fiz o que muita gente faz: busquei no Google e fiquei ainda mais preocupada com tantas possibilidades”, lamenta.

    Sem diagnóstico, mas esperança com o tratamento

    Depois de quase um mês sem entender o que estava acontecendo, Caroline decidiu procurar um ortopedista. O especialista chegou a suspeitar de escoliose, mas os exames não mostraram nada. “Ele me receitou esteroides e relaxante muscular, mas o problema continuou. Meu ombro voltava a subir sozinho”, lembra.

    Sem melhora e sem condições de pagar por exames mais complexos, ela resolveu recorrer às redes sociais. A dançarina publicou um vídeo no TikTok pedindo ajuda, e se surpreendeu com o retorno. “Fiquei emocionada ao ver quantas pessoas se preocuparam comigo e quiseram ajudar”, conta.

    Nos comentários, médicos e fisioterapeutas sugeriram possibilidades e exames, como ressonância e tomografia. Alguns palpites aumentaram a ansiedade, com hipóteses de distúrbios neurológicos ou distonias, mas outros ofereceram caminhos práticos.

    Caroline então procurou um fisioterapeuta, que iniciou o tratamento com técnicas como agulhamento seco, ventosaterapia e massagem de tecidos profundos. “Ainda não sabemos o que está causando isso, mas sinto que estamos no caminho certo”, afirma.

    Após a primeira sessão, ela já notou melhora e planeja continuar com o acompanhamento duas vezes por semana nas próximas semanas. “Quero resolver isso logo. Vou me casar em maio e não quero subir ao altar parecendo o Quasímodo”, diz com bom humor.

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