Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    ONG denuncia restrições ao direito de manifestação na França

    Por

    Um relatório publicado na quinta-feira (25/9) pelo Observatório para a Proteção dos Defensores dos Direitos Humanos – um programa conjunto da Federação Internacional dos Defensores dos Direitos Humanos (FIDH) e da Organização Mundial contra a Tortura (OMCT), juntamente com a Liga dos Direitos Humanos (LDH) – afirma que “as liberdades civis estão passando por um declínio profundo e estrutural na França”.

    Ao longo de 88 páginas, a organização destaca as crescentes restrições à liberdade de associação e à liberdade de manifestação. Segundo o documento, narrativas hostis, dissoluções administrativas, repressão policial, cortes no financiamento público, assédio e violência contra defensores dos direitos humanos marcaram a redução do espaço cívico.

    Leia também

    “A França gosta de relembrar seu papel histórico na defesa dos direitos humanos; apresenta-se prontamente como a ‘pátria dos direitos humanos’ e não hesita em dar lições a outros países sobre democracia e respeito às liberdades civis”, disse Alice Mogwe, presidente da FIDH. “Mas hoje, seu próprio modelo democrático está sendo minado por práticas que desafiam os fundamentos do Estado de Direito e desrespeitam os direitos fundamentais.”

    O relatório destaca casos, como a dissolução pelo governo, em 2020, do Coletivo Contra a Islamofobia na França (CCIF). De acordo com o relatório, a medida “foi usada como instrumento político e mantida pelo Conselho de Estado”, apesar de críticas. “Para a FIDH, a OMCT e a LDH, este caso emblemático ilustra como a luta contra o terrorismo foi instrumentalizada para silenciar vozes críticas”, afirma.

    “Este abuso do direito de dissolução, que agora é utilizado exclusivamente com base em comentários feitos por membros de associações fora de suas atividades, cria um clima de medo e ameaça toda a sociedade civil. Além disso, o Estado não está protegendo adequadamente as associações dos ataques virulentos da extrema direita”, defende.

    Difamação das associações

    O relatório também documenta o que denuncia como proliferação de campanhas políticas e midiáticas de difamação contra associações. “Ameaças de retirada de financiamento, acusações de ‘ecoterrorismo’, deslegitimação de seu trabalho: esses discursos estigmatizantes, antes marginais, agora são sistemáticos”, afirma.

    “Em tempos de tensão política, o papel das organizações e defensores dos direitos humanos é crucial. Em uma democracia, organizações como a LDH devem poder levantar suas vozes e expressar suas preocupações”, diz Gerald Staberock, secretário-geral da OMCT. “Isso inclui o direito de denunciar supostas violações, particularmente no que diz respeito à violência policial.”

    Essa deterioração foi observada especialmente desde 2017, com o fim oficial do estado de emergência que foi instaurado após os ataques terroristas de 2015, mas que, na prática, não marcou um retorno à normalidade.

    Outros movimentos de cidadãos na mira das autoridades são as iniciativas ambientais. As mobilizações contra as construções da rodovia A69 e de reservatórios de água gigantes resultaram em uma repressão policial particularmente violenta. Prisões em massa, custódia policial abusiva, vigilância intrusiva e uso desproporcional da força: práticas que vão contra os compromissos internacionais da França.

    O relatório destaca também o uso crescente de ordens de proibição de manifestações consideradas abusivas e que, em 80% dos casos, acabam sendo suspensas pelos tribunais. “É uma barreira, mas por quanto tempo? No caso da Secretaria de Segurança de Nice, por exemplo, essas ordens são comunicadas muito tarde, o que impossibilita que os responsáveis ​​pelas manifestações busquem justiça”, explica Aissa Rahmoune, secretária-geral da Federação Internacional de Direitos Humanos.

    Banalização do uso da força

    Outro ponto denunciado pelo relatório é a banalização do uso da força pelos serviços de segurança. As intervenções policiais frequentemente resultam no recurso em massa à custódia policial de manifestantes, sem qualquer processo judicial. Essa prática é descrita como uma tentativa de impedir que protestos se repitam.

    “Defensores ambientais estão sendo criminalizados por exercerem um direito fundamental: protestar pacificamente”, enfatiza Aissa Rahmoun. “A violência policial e a impunidade estão atingindo um nível crítico, colocando em risco as liberdades democráticas como um todo na França.”

    Segundo ela, embora alguns movimentos estejam enfrentando repressão crescente, o problema se estende a todas as lutas: do feminismo à causa dos exilados, passando pelo antirracismo e pelos direitos das minorias.

    Leia mais em RFI, parceira do Metrópoles.

    Sair da versão mobile