Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    PL da Dosimetria: Paulinho diz que relatório será “curto e grosso”

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    O deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP) se encontrou na tarde desta terça-feira (30/9) com lideranças do PL para abrir um diálogo sobre o PL da Dosimetria. Ao sair da sede da sigla, em Brasília, o relator do texto afirmou que ainda nesta quarta-feira (1º/10) vai terminar de ouvir todos os partidos e, a partir disso, sentará para finalizar o relatório, que será “curto e grosso”.

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    O parlamentar está em uma “peregrinação” no qual está sentando para conversar com todos os partidos para chegar em uma denominador comum sobre o PL. Paulinho também destacou a importância de uma pacificação com o Senado para que o projeto avance na Casa Alta.

    “Previsão de apresentar o relatório e quando terminar essas conversas e a gente resolver com o Senado. O relatório é algo muito simples, é um negócio bem curto curto e grosso, mexer em duas ou três penas e com isso pacificar o país”.

    Paulinho afirmou que conversou com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), que confidenciou que buscará conversar ainda na noite desta terça (30) com o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) para “pacificar” o tema no Senado.

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    Deputado federal Paulinho da Força (SD-SP), relator do PL da Dosimetria, na Câmara

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    O deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), relator da anistia

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    Deputado Paulinho da Força

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    Deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP)

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    Deputado federal Paulinho da Força (SD-SP)

    Breno Esaki/Especial Metrópoles

    Além das conversas com os partidos, Paulinho se reunirá na manhã desta quarta-feira (1º/10) com os familiares dos condenados pelo 8 de Janeiro.

    O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), esteve presente na reunião com Paulinho e Valdemar da Costa e frisou que a sigla não vai ceder mas está aberta ao diálogo.

    “Tenho certeza que estamos construindo o diálogo. Logicamente vamos continuar insistindo, pois a redução de penas não resolve porque as pessoas já pagaram um sexto dessas penas. O que cabe nesse caso é a anistia, mas nos jamais nos fechamos ao diálogo. Temos um grande respeito pelo trabalho que Paulinho vem fazendo”, disse.

    Sóstenes acredita que com o diálogo é possível convecer Paulinho a colocar a anistia ampla, geral e irrestrita no relatório. “Estamos dialogando, continuaremos dialogando até que chegue o relatório do Paulinho. Não estamos dispostos a ceder”, pontuou.

    Apesar do encontro com as lideranças do PL, Paulinho da Força garantiu que não é possível avançar com uma anistia. Para o parlamentar, a ideia é fazer um relatório com a média da opinião da Casa Baixa.

    “Todos esses líderes acham que o trabalho de uma anistia ampla, geral e irrestrita vai ser barrada no STF. Nós ficariamos trabalhando 6,7 meses para voltar à estaca zero. Por isso acredito que é a redução de pena que vai pacificar o país […] Depois que ouvir todo mundo é só sentar e escrever o relatório”.

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