Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Por que falar de dinheiro na relação ainda é tabu? Experts avaliam

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    Você já parou para pensar em como o dinheiro atravessa muitas relações? Sucessos recentes, como o filme Amores Materialistas ou até a novela Vale Tudo, levantam questões sobre como a “bufunfa” é um ponto importante no dia a dia.

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    Ainda assim, é comum questões financeiras se tornarem um imbróglio desde o começo de um relacionamento.

    Por que falar sobre dinheiro gera tanto desconforto? Descubra

    A psicóloga Olívia Benetasso aponta que o tema dinheiro, embora faça parte da vida cotidiana de todos os casais, ainda desperta desconforto, silêncio e até brigas quando entra em pauta nos relacionamentos.

    “Cada pessoa traz consigo crenças centrais sobre valor próprio, sucesso, amor e merecimento, muitas vezes internalizadas desde a infância”, explica. “Essas ideias influenciam os pensamentos automáticos diante do tema e despertam emoções como vergonha, culpa ou medo de julgamento. Com isso, a conversa sobre finanças acaba sendo evitada, e o silêncio se torna uma forma de proteger-se do desconforto, mesmo que isso prejudique a relação.”

    Bárbara Meneses, psicóloga e sexóloga comenta que falar sobre dinheiro traz consigo uma série de questões pessoais e também da relação. “Envolve uma situação de vulnerabilidade e relação de poder dentro de um relacionamento.”

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    É “errado” buscar alguém estável financeiramente?

    Olívia explica que desejar estar com alguém que ofereça segurança emocional, financeira ou relacional, não é, necessariamente, sinal de interesse utilitário.

    “Desejar segurança é legítimo e faz parte das necessidades humanas básicas. O problema não está em considerar o aspecto financeiro, e sim em reduzir toda relação a ele”, comenta.

    A psicóloga salienta que identificar e reestruturar pensamentos como “se me importo com dinheiro, não é amor de verdade” ajuda a compreender que afeto e cuidado podem coexistir com a busca por estabilidade.

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    Buscar alguém estável financeiramente para um relacionamento não necessariamente torna alguém interesseira(o). Pode ser apenas uma necessidade de segurança.

    “O que vai definir se é se é interesse ou se é algo negativo é a intenção da pessoa. Às vezes, a motivação é só o dinheiro pelo dinheiro em si. Não tem afeto, não tem respeito, não tem troca, não tem diálogo, não tem intimidade, é só realmente a necessidade do dinheiro — o que torna algo ruim”, acrescenta Bárbara.

    Dinheiro é protagonista de muitas discussões de casal

    Isso ocorre porque cada pessoa tem crenças diferentes sobre o valor e o uso do dinheiro, na visão das experts. “Enquanto um parceiro pode acreditar que guardar é sinônimo de responsabilidade, o outro pode entender que gastar com lazer é a melhor forma de aproveitar a vida. Quando essas crenças não são discutidas, surgem conflitos constantes”, defende Olívia.

    Ela dá dicas para quem passa por situações assim:

    • Identificar as crenças que estão por trás dos comportamentos,
    • Flexibilizar pensamentos rígidos e
    • Investir em uma comunicação assertiva.

    Em vez de acusações como “você gasta demais”, reformule como “eu me sinto inseguro(a) quando vejo muitas compras, podemos pensar em um planejamento juntos(as)?”.

    “Ao compreender que o tabu do dinheiro nos relacionamentos não está apenas nos números, como nas crenças disfuncionais que o cercam, é possível transformar esse tema em um espaço de diálogo e parceria. Quando os casais aprendem a conversar sobre finanças com clareza e respeito, fortalecem não apenas a vida financeira, mas também a intimidade e a confiança mútua”, reforça.

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