Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    TJDFT concede medida protetiva a jovens que denunciaram tortura em DP

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    A Justiça concedeu medidas protetivas para duas mulheres que denunciaram terem sido vítimas de tortura e transfobia dentro da 16ª Delegacia de Polícia (Planaltina). Desta forma, os policiais civis investigados não poderão ter contato com elas diretamente, por intermediários, meios de comunicação ou redes sociais. A decisão é resultado de um pedido do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT).

    Por outro lado, a Justiça indeferiu o pedido de proibição de aproximação das vítimas e de suas residências. No entendimento do Judiciário, nesta etapa da investigação a proibição do contato é suficiente.

    A Polícia Civil (PCDF) nega as acusações, mas abriu um investigação própria na corregedoria da corporação.

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    O MPDFT abriu investigação sobre a denúncia. Além das medidas protetivas, o Núcleo de Controle da Atividade Policial (NCAP) iniciou a investigação e solicitou esclarecimentos da Corregedoria da PCDF.

    A denúncia

    A presidente da Associação de Moradores Bairro Nossa Senhora de Fátima, Karine Lins, 37 anos, diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA), e a vice-presidente, Danny Silva, 27, uma mulher trans, foram até a 16ª DP  para ajudar uma mãe ameaçada pelo filho a registrar um boletim de ocorrência.

    Segundo as mulheres, os policiais responsáveis pelo registro fizeram piadas transfóbicas. Além disso, o filho acusado não teria sido algemado e teria feito uma ameaça. “Olha, isso é homofobia, isso é crime”, alertou Danny.

    Veja:

     

     

    Na sequência, um dos policiais teria empurrado Karine nos seios e dito para as mulheres saírem. O movimento, segundo a mulher, arrancou um piercing dela, lhe causando um ferimento. A discussão evoluiu para um tumulto, e as duas mulheres teriam sido levadas para o interior da delegacia.

    Tortura

    “Dentro da delegacia foi tortura mesmo. Lá, fizeram eu tirar toda a minha roupa. Fiquei de frente a um monte de policial. Eu falei: ‘Eu sou mulher’. E um policial disse: ‘Não, aqui, para mim, você é homem, e você vai apanhar igual um homem’”, contou Danny.

    Segundo as líderes comunitárias, um policial filmou a cena. Os agentes faziam chacota o tempo todo, chutando a calcinha da mulher trans. E quando Danny tentou descansar em um banco, levou um chute na perna. “Ele disse: ‘Não mandei você sentar. É para ficar de pé’”, relatou a vice-presidente comunitária.

    Karine teria sido arrastada pelo chão até um corredor e espancada por vários policiais. Danny contou que pediu diversas vezes para os policiais pararem, lembrando que a amiga é autista, mas os golpes teriam continuado. “Foi tortura. Tortura física e psicológica”, afirmou Karine.

    Sem água nem banheiro

    De acordo com a versão de Karine, após o espancamento, ambas ficaram presas. Com sede, as mulheres pediram água, mas teriam sido ignoradas diversas vezes. “Nós tivemos que fazer as necessidades no meio delegacia. A Danny na cela e eu no corredor”, relatou. A autista sofreu três crises durante a prisão.

    Karine contou que, antes de pagarem fiança para deixar a delegacia, em diversos momentos os policiais teriam dito para elas não denunciarem o episódio. “Tinha uma câmera dentro que filmou muita coisa. Mas, quando fomos pedir as imagens, a câmera tinha sido retirada”, denunciou a presidente da associação.

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