Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Trump e Milei vão se reunir para discutir apoio bilionário à Argentina

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    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, receberá o presidente argentino, Javier Milei, na Casa Branca em 14 de outubro, conforme o anunciado nesta terça-feira (30/9), pelo Ministério das Relações Exteriores da Argentina. A reunião ocorre na mesma semana em que o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional (FMI) se reúnem em Washington.

    O principal objetivo do encontro é discutir um apoio financeiro de US$ 20 bilhões para a Argentina, sob a forma de uma “linha de swap” — acordo entre bancos centrais para trocar moedas, fornecendo liquidez em dólares e estabilizando o câmbio — anunciada pelo secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent.

    Tal mecanismo permitirá ao banco central argentino obter dólares temporariamente, reforçando suas reservas e proporcionando maior estabilidade à economia local sem recorrer a empréstimos tradicionais.

    A iniciativa foi alvo de críticas de republicanos nos EUA, especialmente porque a Argentina vem exportando grandes volumes de soja para a China, principal rival comercial de Trump.

    No mercado, a expectativa de apoio americano já provocou flutuações nos títulos argentinos em dólar e na cotação do peso. Após uma leve valorização inicial, os papéis voltaram a recuar, refletindo a falta de detalhes sobre os termos do swap.

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    Chip Somodevilla/Getty Images2 de 4

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    Presidente da Argentina, Javier Milei

    Gabriel Luengas/Europa Press via Getty Images4 de 4

    Os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da Argentina, Javier Milei

    Divulgação Presidência da República e Getty Images

    Cooperação militar

    Além do aspecto econômico, a cooperação militar também entra na pauta. Em decreto presidencial publicado nesta terça-feira no Diário Oficial, Milei autorizou a entrada de tropas norte-americanas na Argentina para participar de dois exercícios conjuntos.

    O primeiro, chamado “Solidariedade”, ocorrerá de 6 a 10 de outubro em Puerto Varas, no Chile, com foco em assistência a desastres. Já o segundo, “Trident”, vai de 20 de outubro a 15 de novembro, em bases navais argentinas, e envolve treinamentos combinados em combate e ajuda humanitária.

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    A decisão presidencial gerou controvérsia, pois a Constituição argentina exige aprovação do Congresso para entrada de tropas estrangeiras no país. O decreto argumenta que um projeto de lei já foi enviado à Câmara dos Deputados, mas ainda não foi analisado.

    O apoio dos EUA à Argentina insere-se em um contexto mais amplo de política regional, incluindo a pressão americana sobre a Venezuela, governada por Nicolás Maduro, que os EUA classificam como líder de organização terrorista.

    Argentina, Equador e Paraguai alinharam-se recentemente à posição de Washington sobre o tema.

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