Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Veneno de cobras mambas pode “driblar” ação de antídoto. Entenda

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    Conhecida por ser uma das cobras mais venenosas do mundo, as mambas (espécie Dendroaspis) possuem um veneno capaz de driblar a eficácia dos antídotos. Pesquisadores internacionais descobriram que o mecanismo de ataque do animal é muito mais complexo do que se imaginava. Os répteis são responsáveis por 30 mil mortes anualmente na África Subsaariana.

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    O estudo liderado pela Universidade de Queensland (UQ), na Austrália, em parceria com instituições alemãs e espanholas, foi publicado na última sexta-feira (26/9) na revista científica Toxins.

    A pesquisa revelou que o ataque de três espécies de mamba – Mamba Negra, Mamba Verde Ocidental e Mamba Jameson – não lançava apenas o veneno no organismo da presa, mas era um “ataque coordenado” em dois pontos distintos do sistema nervoso.

    “Se você for mordido por três de quatro espécies de mamba, você sofrerá paralisia flácida ou fraca causada por neurotoxicidade pós-sináptica. Os antivenenos atuais podem tratar a paralisia flácida, mas este estudo descobriu que os venenos das três espécies são capazes de atacar outra parte do sistema nervoso, causando paralisia espástica por toxicidade pré-sináptica”, explica um dos autores do artigo, Bryan Fry, professor da UQ, em comunicado.

    Em outras palavras, assim que adentra o organismo, a toxina deixa o músculo fraco ou paralisado, associado a uma redução ou ausência de tônus muscular, tornando-o flácido. Em outra parte do sistema nervoso, o veneno ataca de outra forma: os músculos ficam continuamente contraídos e há dificuldade para relaxá-los, causando dor, espasmos e mudanças na postura e movimento.

    Imagem colorida mostra cobra mamba negra rastejando no solo - MetrópolesA mamba negra é uma cobra nativa da África Subsariana

    Fry destaca que a descoberta de seus pares resolveu um antigo mistério clínico. “Alguns pacientes picados por mambas parecem melhorar inicialmente com o antídoto e recuperar o tônus ​​muscular e os movimentos, apenas para começar a ter espasmos dolorosos e incontroláveis”, diz.

    Inicialmente, o veneno bloqueia os sinais nervosos em direção aos músculos, porém após a administração do antídoto, o sintoma melhora. Mesmo assim, a toxina “dribla” o antiveneno e age de outra forma: estimulando excessivamente os músculos. “É como tratar uma doença e, de repente, revelar outra”, revela Fry.

    A equipe também identificou que a função da toxina mudava de acordo com a localização geográfica das mambas, principalmente as populações da Mamba Negra do Quênia e África do Sul, prejudicando a eficácia dos antivenenos, que não são desenvolvidos para combater diferentes complexidades dos venenos.

    “Nossa pesquisa prova que a criação de novos antídotos é essencial para salvar vidas”, ressalta um dos autores do artigo, Lee Jones.

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