Close Menu
  • Início
  • Polícia
  • Política
  • Esportes
  • Colunas
    • Opinião Jurídica – com Dr. Levi Bezerra
  • Jornais Locais
  • Contato
  • Mais
    • Tarauacá
    • Jordão
    • Feijó
O que está em alta

Dólar sobe a R$ 5,22 e Bolsa cai com aversão ao risco durante Carnaval

Intoxicação em Piscina: Justiça nega prisão de sócios de academia

F1: Norris rebate e ironiza Verstappen após críticas ao carro de 2026

Facebook X (Twitter) Instagram
sexta-feira, fevereiro 13
Facebook X (Twitter) Instagram
Portal Estado do Acre Notícias
  • Início
  • Polícia
  • Política
  • Esportes
  • Colunas
    • Opinião Jurídica – com Dr. Levi Bezerra
  • Jornais Locais
  • Contato
  • Mais
    • Tarauacá
    • Jordão
    • Feijó
Portal Estado do Acre Notícias
Home»Brasil»Grilagem, tráfico e morte: a invasão no DF que virou “palco de guerra”
Brasil

Grilagem, tráfico e morte: a invasão no DF que virou “palco de guerra”

Por Metrópoles15 de outubro de 20255 Mins Read
Compartilhar Facebook Twitter WhatsApp Email Copy Link Telegram
Siga-nos
Google News
grilagem,-trafico-e-morte:-a-invasao-no-df-que-virou-“palco-de-guerra”
Grilagem, tráfico e morte: a invasão no DF que virou “palco de guerra”
Compartilhar
Facebook Twitter Email Copy Link WhatsApp

Considerado um “palco de verdadeiras guerras pelo domínio da ocupação e controle do crime organizado, com tráfico de drogas, de armas, etc.” pela juíza Iracema Botelho, o assentamento Dorothy Stang, em Sobradinho, traz uma longa trajetória violência.

O local, que está em processo de regularização, começou com uma invasão tendo a infraestrutura negligenciada. É nesse cenário que um grupo começou a “tocar o terror” cobrando R$ 30 dos moradores para fazer a segurança.

Para entender a situação do assentamento após a justificativa da magistrada, o Metrópoles foi atrás de processos que expliquem a definição usada em sentença para condenar um integrante do Primeiro Comando da Capital (PCC) que atuava no local.

Em apenas quatro meses de 2020, brigas de grupos rivais resultaram em 12 vítimas, sendo quatro homicídios e oito tentativas. Os conflitos têm um fator territorial presente, de acordo com as investigações.

A reportagem teve acesso a inquéritos desses crimes de 2020. “Cada quadrilha se associa sob determinado nome ou sigla (‘CNC’, ‘DNOCS’, ‘QUADRA 15’, ‘Tudo 2’, ‘Tudo 3’, etc), que geralmente faz referência ao bairro onde residem seus integrantes”, destaca a investigação.

“Além disso, cada grupo possui seu território bem delimitado, onde não são aceitas pessoas oriundas de outros bairros, consideradas rivais”, completa o texto.

As violências citadas anteriormente foram resultados de brigas com caráter geográfico. Segundo a investigação, a rivalidade dos grupos Comando Nova Colina (CNC) contra Galera do Gilmar teve início quando integrantes do CNC foram presos, e a gangue teve de ampliar a área de atuação, saindo da Nova Colina para a “parte de cima” do assentamento Dorothy.

Mapa das divisões

A área de invasão, no entanto, já era controlada pelo grupo Galera do Gilmar, que ficava na “parte de baixo” e tinha como atividades criminosas o tráfico de drogas, compra e venda de armas ilegais, extorsões (inclusive no estilo de milícia, com pagamento para segurança), grilagem e até homicídio.

“A vinda do CNC para o Dorothy transformou o assentamento num verdadeiro palco de guerra”, definiu a investigação conduzida pela 13ª Delegacia de Polícia (Sobradinho), em 2020.

Um caso emblemático para a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) é de uma moradora da comunidade que teria comprado o lote em 2017 por R$ 268 e desde então pagava mensalmente à Galera do Gilmar a quantia de R$ 30 para o grupo fazer a segurança da moradia.

No entanto, em março de 2020, o Comando Nova Colina entrou no lote, levou as telhas e a caixa d’água, se recusou a deixar o local, dizendo que o ponto seria uma boca de fumo a partir daquele momento.

Na mesma semana, integrantes do CNC assassinaram um dos envolvidos da Galera do Gilmar, dando início a um ciclo de violência, com prisões e mortes que afetam a liderança e a estrutura de ambos.

“Atirar para matar”

Em conversas interceptadas pela polícia, Gilmar, líder do grupo de baixo, deu a ordem de um massacre para ocorrer nas ruas acima.  “Tem que atirar para matar. Tem que ficar no susto não”, ordenou o chefe ao comparsa.

“Tá ligado que eu sou bandido. Não sou comédia”, confessa. “Esses caras tão [sic] andando aqui dentro todo dia”, revolta-se. “Tem que atirar para matar. E vai ser acima de 20 tiros. Para deixar minha marca. Nossa marca, tá ligado”, ordenou.

Em 2020, os dois grupos sofreram perdas, com mortes e prisões de líderes, que se reinventaram ao longo dos anos. Na decisão de 30 de setembro, a juíza destacou essas mudanças e citou a tentativa de domínio da área pelo crime organizado e tráfico.

“Os personagens mudam, vez ou outra, outros aparecem e as relações entre os criminosos sofrem alterações. E o que se observa, agora, mais frequentemente, é a interligação entre criminosos nascidos no Distrito Federal, Goiás, São Paulo, Piauí, etc.”, destacou a sentença.

“O Distrito Federal, particularmente, vem sofrendo uma significativa mudança dos padrões de criminalidade. São pontos de preocupação: o incremento das organizações criminosas; os arranjos entre facções, inclusive rivais, com o objetivo do fortalecimento e maior poder de fogo contra o Estado; as invasões de áreas, baseadas na falsa premissa de que se destinam a moradias, com função social; o crescimento da interface advogados/servidores públicos/ grupos criminosos; o dinamismo do crime versus a burocracia estatal”, completou o texto.

O texto fez parte da sentença da juíza Iracema Botelho, que condenou o integrante do PCC Romário Gil de Sousa Nascimento a 16 anos e 4 meses de prisão pela tentativa de homicídio contra um desafeto em Sobradinho.

O faccionado já estava condenado a 94 anos, mas, com a sentença, a pena aumenta para 110 anos. Ele seguirá na Penitenciária Estadual de Formosa (GO).

O nome do assentamento é uma homenagem a uma missionária católica norte-americana, da Congregação das Irmãs de Notre Dame de Namur e da Comissão Pastoral da Terra (CPT). Dorothy Stang se opunha à exploração ilegal da floresta e foi assassinada em 2005, em Anapu, no Pará.

O Metrópoles procurou o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios  (MPDFT) e o Governo do Distrito Federal para questionar a situação urbanística em que o assentamento se encontra.

O MPDFT informou que existe de procedimento na Prourb trata da regularidade do assentamento. “A questão da violência (crimes comuns) é atribuição da promotoria local”, reforçou.

Até a última atualização desta reportagem, o GDF não havia se pronunciado.

Fonte:
Follow on Google News
Compartilhar. Facebook Twitter Email Copy Link WhatsApp
Artigo anteriorMartinho da Vila quase foi censurado por uma canção romântica
Próximo artigo Psiquiatra é stalkeada por ex-paciente: “Delirou que tínhamos relação”

Postagens relacionadas

Dólar sobe a R$ 5,22 e Bolsa cai com aversão ao risco durante Carnaval

13 de fevereiro de 2026

Intoxicação em Piscina: Justiça nega prisão de sócios de academia

13 de fevereiro de 2026

F1: Norris rebate e ironiza Verstappen após críticas ao carro de 2026

13 de fevereiro de 2026
Últimas publicações

Dólar sobe a R$ 5,22 e Bolsa cai com aversão ao risco durante Carnaval

Intoxicação em Piscina: Justiça nega prisão de sócios de academia

F1: Norris rebate e ironiza Verstappen após críticas ao carro de 2026

Sol ou chuva no Carnaval? Saiba como ficará o tempo no fim de semana

Posts em alta
Facebook WhatsApp Instagram

News

  • World
  • US Politics
  • EU Politics
  • Business
  • Opinions
  • Connections
  • Science

Company

  • Information
  • Advertising
  • Classified Ads
  • Contact Info
  • Do Not Sell Data
  • GDPR Policy
  • Media Kits

Services

  • Subscriptions
  • Customer Support
  • Bulk Packages
  • Newsletters
  • Sponsored News
  • Work With Us

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

© 2026 Estado do Acre Notícias. Projetado por TupaHost.
  • Política de Privacidade

Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.