Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    IML vira centro de busca por desaparecidos após 121 mortos no Rio

    Por

    Rio de Janeiro – Mais da metade dos corpos das pessoas que morreram durante a megaoperação Contenção, deflagrada na última terça-feira (28/10), já passou por exame de necrópsia. Um esquema especial foi montado no Instituto Médico-Legal (IML) para acelerar a identificação das 121 vítimas.

    A coluna esteve no local na manhã desta quinta-feira (30/10) e conversou com familiares que aguardavam para entrar no IML. Em entrevista, uma parente, que preferiu não se identificar, contou que está no local em busca de identificar o cunhado, que até então é dado como desaparecido.

    Leia também

    Segundo ela, desde essa quarta-feira (29/10), os parentes vêm resolvendo, junto ao instituto, burocracias que podem auxiliar na identificação. Assim que os corpos são identificados, a família é avisada por meio de uma ligação e, só então, retorna ao prédio para a liberação do cadáver.

    Por volta das 7h, um grupo de moradores do Complexo do Alemão aguardava para levar o corpo de um parente. Abatidos, eles preferiram não falar, mas afirmaram estar aliviados por poderem realizar o enterro.

    Em nota, a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ) afirmou que o trabalho segue com celeridade, a fim de concluir os exames.

    10 imagensFechar modal.1 de 10

    Tercio Teixeira/Especial Metrópoles2 de 10

    Tercio Teixeira/Especial Metrópoles3 de 10

    Tercio Teixeira/Especial Metrópoles4 de 10

    Tercio Teixeira/Especial Metrópoles5 de 10

    Tercio Teixeira/Especial Metrópoles6 de 10

    Tercio Teixeira/Especial Metrópoles7 de 10

    Tercio Teixeira/Especial Metrópoles8 de 10

    Tercio Teixeira/Especial Metrópoles9 de 10

    Tercio Teixeira/Especial Metrópoles10 de 10

    Tercio Teixeira/Especial Metrópoles

    “Neste período, o atendimento às famílias está ocorrendo no posto do Detran, que fica próximo à unidade, e os corpos não relacionados à operação estão sendo temporariamente encaminhados ao IML de Niterói”, informou o órgão.

    Atendidos pela Defensoria Pública

    Também no Detran, a Defensoria Pública do Estado do RJ (DPRJ) montou um força-tarefa para atender as famílias. Nessa quarta-feira (29/10), 106 famílias das pessoas mortas na megaoperação policial foram atendidas pelo órgão.

    A Instituição dividiu as equipes entre o Complexo da Penha, o estacionamento do Detran, o IML e o Hospital Getúlio Vargas.

    “Foram realizados o acolhimento inicial das famílias e o atendimento jurídico para os casos de privação de liberdade ou apreensão, obtenção de documento das pessoas mortas, auxílio para a gratuidade de sepultamento, bem como alvará para translado das pessoas mortas para outros estados”, informou por meio de nota.

    Para garantir a preservação das provas referentes a ação policial, a DPRJ enviou ofício à chefia da Polícia Militar requisitando as imagens das câmeras acopladas nas fardas e o nome dos agentes que participaram da ação policial.

    Sair da versão mobile