Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    8/1: quanto ganham PMs que terão de pagar R$ 6 milhões de indenização

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    Cinco dos sete policiais militares do Distrito Federal réus por omissão no 8 de Janeiro podem ser condenados a pagar R$ 6 milhões, cada um, de indenização por danos morais coletivos. Assim votou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes na última sexta-feira (28/11), no início do julgamento dos oficiais.

    Os sete oficiais na mira do STF ganham salários que variam entre R$ 12 mil e R$ 22 mil, após descontos.

    Veja os salários líquidos de cada PM julgado por omissão no 8/1:

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    Voto de Moraes

    Durante o processo, os réus tiveram bens, como imóveis e carros, bloqueados. Moraes votou para absolver Rafael Pereira Martins e Flávio Silvestre de Alencar. Em relação aos outros réus, o ministro defendeu a condenação a 16 anos de prisão; o pagamento de R$ 6 milhões de forma solidária por danos morais coletivos; e a perda dos cargos públicos.

    Segundo Moraes, “a necessidade de indenização pelos danos advindos da prática dos crimes é indiscutível nos autos”.

    O ministro ainda afirmou no voto que “o 8/1 foi facilitado pela “omissão dolosa de autoridades responsáveis pela segurança institucional”, e que os integrantes da cúpula da PMDF teriam “aderido, de forma dolosa e consciente, aos propósitos golpistas dos insurgentes, omitindo-se na adoção de medidas preventivas e operacionais, mesmo detendo posição funcional de garantidores e plenas condições de atuação”.

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