Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    Afastado das quadras, LeBron James reconhece falta de ritmo e fôlego

    Por

    LeBron James ainda aguarda para decidir se fará sua estreia na temporada nesta quarta-feira (18/11). Listado como “questionável” no boletim médico da equipe, o astro de 40 anos pode se tornar o primeiro jogador da história da NBA a atuar por 23 temporadas. Os Lakers recebem o Utah Jazz às 00h30 (de Brasília).

    Leia também

    3 imagensFechar modal.1 de 3

    LeBron James é o único jogador a disputar 23 temporadas na NBA

    Sam Hodde/Getty Images2 de 3

    LeBron está no Lakers desde 2018

    David Berding/Getty Images3 de 3

    LeBron James joga atualmente nos Lakers

    David Berding/Getty Images

     

    Em seu reencontro com a quadra, porém, ele admitiu ainda precisar de ritmo e fôlego.

    “Meus pulmões parecem os de um recém-nascido”, brincou. “Preciso recuperar minha capacidade pulmonar de adulto. Minha voz sumiu depois de um dia gritando instruções. Vou tomar muito chá e descansar bastante”, disse.

    O retorno aos treinos é um passo importante após semanas afastado por conta de um episódio de ciática, que surgiu antes do início do training camp, no fim de setembro. A condição fez com que LeBron perdesse a estreia da temporada pela primeira vez na carreira.

    “Só estou tentando voltar a me sentir eu mesmo de novo. Preciso ver como o corpo reage nas próximas 24 horas”, afirmou James em entrevista.

    Passado

    James revelou que já havia passado por um quadro de ciática há dois anos, durante a pré-temporada, e que também lidou com uma entorse no ligamento do joelho nos playoffs da última campanha. A soma dos problemas atrasou toda sua preparação para 2025/26.

    “Comecei a sentir dores no quadril e nas costas depois disso, então tudo mudou”, explicou. “A dinâmica da minha pré-temporada mudou, mas acabou sendo uma bênção disfarçada.”

    Apesar dos avanços, ele reconhece que ainda sente desconforto. “Se você já teve ciática, sabe como é. Você torce para levantar da cama e não sentir nada. Mas tenho me sentido muito bem recentemente. Existem muitos exercícios que ajudam.”

    Na semana passada, LeBron participou de treinos do South Bay Lakers, da G League, incluindo seu primeiro cinco contra cinco desde a primavera passada.

    Mesmo sem LeBron, os Lakers começaram a temporada de forma surpreendente: 10 vitórias e 4 derrotas, ocupando a quarta posição do Oeste. Luka Doncic e Austin Reaves se destacam como marcadores importantes, enquanto o recém-chegado Deandre Ayton tem sido peça fundamental no garrafão.

    “Senti falta desses caras. Eu adoro trabalhar e amo o processo. Não sinto falta das viagens — estou prestes a fazer 41 anos — mas sinto falta da competição”, disse LeBron, sorrindo.

    Sobre seu encaixe na equipe, LeBron mostra confiança e bom humor. Ele está empolgado para dividir a quadra com Ayton e criar oportunidades para Doncic, mas admite que precisará de adaptação.

    “É como uma criança chegando a uma escola nova”, comparou. “Eles têm ótima química. Vou me encaixar aos poucos, naturalmente. Não deve ser difícil, mas é um processo.”

    Sair da versão mobile