Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    Ao presidente da República o que lhe cabe, segundo a Constituição

    Por

    Cabe ao presidente da República, e somente a ele, a indicação de nomes para ministros do Supremo Tribunal Federal quando ali há vagas disponíveis. É assim no Brasil e na esmagadora maioria dos demais países. No nosso caso, exige-se que o indicado tenha reputação ilibada e conhecimentos jurídicos, apenas isso.

    É da tradição americana que os presidentes indiquem nomes ligados aos seus respectivos partidos. Um presidente Democrata jamais indicará um ministro do agrado dos Republicanos, nem vice e versa. Lá como cá, o nome é submetido à aprovação do Senado. E o Senado nunca ou raramente os desaprova.

    Em 134 anos, o Senado rejeitou somente cinco indicações à Corte, que já teve 172 ministros. Todas aconteceram em 1894 durante o governo do presidente Floriano Peixoto (1891-1894). O médico Barata Ribeiro, hoje nome de rua no Rio, já exercia a função de ministro quando o Senado o rejeitou.

    Depois dele, Floriano indicou mais 11 nomes, e o Senado rejeitou quatro. Dos quatro, dois não eram formados em Direito. Desconhece-se as razões que levaram o Senado a não aceitar as indicações, uma vez que as atas se perderam. Mas Floriano, um presidente autoritário, vivia às turras com os políticos.

    A aprovação de um nome para ministro do Supremo inclui uma sabatina que pode durar muitas horas na comissão de Constituição e Justiça do Senado. Depois a indicação segue para o plenário, onde o nome precisa ser aprovado em votação secreta pela maioria absoluta dos senadores. Ou seja: 41 de um total de 81.

    Lula anunciou, ontem, o nome de Jorge Messias para a vaga aberta no Supremo com a aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso. Messias é o atual Advogado-Geral da União, como foi um dia o ministro André Mendonça, indicado por Bolsonaro. Os dois são evangélicos, e tal fato pesou para que fossem escolhidos.

    Diz-se que Lula indicou Messias porque ele merece sua confiança. Espantoso seria o contrário: um presidente indicar um nome no qual não confia. David Alcolumbre, presidente do Senado, preferia Rodrigo Pacheco, seu colega e antecessor no cargo. Diz-se que por isso a nomeação de Messias corre risco de ser rejeitada.

    O Congresso avançou sobre os poderes do presidente do Brasil e seguirá avançando independentemente de quem ele seja. Suas responsabilidades, porém, não aumentaram. Quer todos os bônus, despejando os ônus nas costas do governo. Lula decidiu impor-lhe o mínimo de limites, do contrário seria tragado de uma vez.

    Era só o que faltava abrir mão de um direito que a Constituição lhe confere e que foi exercido por todos os que o antecederam.

     

    Todas as Colunas do Blog do Noblat no Metrópoles

    Sair da versão mobile