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    Atirador do Cefet foi afastado do trabalho por problemas psiquiátricos

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    João Antônio Miranda Tello Gonçalves, autor do ataque a tiros no Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet) que matou duas pessoas, estava afastado do trabalho há 60 dias por problemas psicológicos. O caso aconteceu na sexta-feira (28/11), na Zona Norte do Rio de Janeiro. 

    Segundo investigações preliminares, o atirador, que era funcionário do Cefet, desejava retornar ao setor em que uma das vítimas trabalhava. Além disso, João demonstrava desconforto em ser chefiado por mulheres, conforme mostrou a coluna Mirelle Pinheiro. 

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    O ataque aconteceu por volte das 15h50 de sexta-feira. A primeira vítima dos disparos foi a diretora da Divisão de Acompanhamento e Desenvolvimento de Ensino (DIACE), Allane de Souza Pedrotti Mattos.

    Em seguida, o homem se deslocou até uma sala do Cefet onde estava a psicóloga Layse Costa Pinheiro, e a atingiu na cabeça e no abdômen. Após o ataque, João tirou a própria vida.