Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Beijo na boca é coisa do passado? Hábito pode ter 21,5 milhões de anos

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    Após investigar a “árvore genealógica” do beijo, pesquisadores identificaram que dar uma bitoquinha é um comportamento existente há mais de 21 milhões de anos, sendo praticado até pelos ancestrais comuns entre humanos, chimpanzés e bonobos, antes mesmo dos neandertais. A certeza veio após a análise de atitudes similares ao beijo em vários tipos de animais e nossos antepassados.

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    O estudo liderado por cientistas ingleses e norte-americanos foi publicado nesta quarta-feira (19/11) na revista científica Evolution and Human Behaviour. Outra descoberta curiosa é que os neandertais também beijavam e podem até ter encostado lábios com humanos modernos.

    Para chegar aos resultados, os especialistas definiram um critério para considerar a atitude analisada como beijo: o contato das bocas não poderia ser agressivo, deveria ter movimento entre os lábios e não servir para passar alimentos.

    “Humanos, chimpanzés e bonobos se beijam. É provável que seu ancestral comum mais recente se beijasse. Acreditamos que o beijo provavelmente evoluiu há cerca de 21,5 milhões de anos nos grandes símios”, afirma a autora principal do estudo, Matilda Brindle, da Universidade de Oxford, em entrevista ao portal britânico BBC.

    De acordo com os pesquisadores, foram encontradas pistas de que animais como lobos, cães-da-pradaria, ursos polares e albatrozes também dão uma bitoquinha, mas sem aquela técnica tão apurada.

    O estudo ainda não desvendou quando o beijo surgiu nas sociedades primitivas, porém algumas teorias apontam que o comportamento pode ter começado como uma forma de limpeza entre primatas, para ver como estava a saúde ou até como uma avaliação de compatibilidade entre parceiros.

    “É importante entendermos que isso é algo que compartilhamos com nossos parentes não humanos. Deveríamos estudar esse comportamento, e não simplesmente descartá-lo como algo bobo porque tem conotações românticas entre humanos”, finaliza Matilda.

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