Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Bolsonaro, de soldado a soldador e à espera do download

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    A essa altura, talvez pouco importe onde ele fique detido para dar início ao cumprimento da pena de 27 anos e três meses de prisão pelo ato estúpido de ter tentado um golpe de Estado.

    Não será no aconchego de sua casa. Poderá ser onde ele está hoje, numa sala da Polícia Federal reformada para abrigá-lo. Ou num quartel do Exército. Ou no Complexo Penitenciário da Papuda.

    O certo é que seus advogados de defesa reconhecem que já não têm mais o que fazer para reescrever o destino de Jair Messias Bolsonaro depois do que ele fez no último fim de semana.

    Como soldado, Bolsonaro destacou-se por vencer corridas de pouca distância – daí o apelido de “Cavalão”. E por reclamar do soldo, daí ter planejado atentados terroristas.

    Como político do baixo clero da Câmara, ninguém o levava a sério. A ponto de ele ter pensado em se aposentar. Lançou-se candidato a presidente só para impulsionar a carreira dos filhos.

    Deu que se elegeu impulsionado por uma facada que quase lhe custou a vida. Não mudou na Presidência. Seguiu sendo o mesmo homem sem ideias. Salvo uma: tornar-se um ditador.

    Perdeu todas as paradas que enfrentou desde então, inclusive a última ou a mais recente que o promoveu de soldado a soldador. Melhor chamá-la de a mais recente. Pode não ser a última.

    Está nos autos, no vídeo e, por enquanto, na memória coletiva: ele disse que começou a violar a tornozeleira no final da tarde da última sexta-feira. Por qual motivo? “Curiosidade”.

    No domingo, em audiência de custódia, instruído por advogados, disse que a violou porque havia surtado, provavelmente sob o efeito dos remédios que tomava. Falou de “uma certa paranoia”.

    Quer dizer: passou mais de 6 horas em surto entre o final da tarde da sexta e o momento em que foi interrogado e filmado pela agente policial que apareceu em sua casa à primeira hora do sábado?

    E não se deu conta que surtara? E as pessoas que estavam na casa, e que dali saíram por volta das 21h30m, também não se deram conta? Não o viram com a solda em punho?

    E o mais extraordinário: embora em meio a um surto psicótico, Bolsonaro foi hábil o suficiente para usar a solda sem provocar queimaduras na sua pele? Mais um milagre do Messias!

    De tanto atirar no pé, Bolsonaro atingiu a própria cabeça. Tem lugar cativo em qualquer manual da estupidez política. Só lhe resta agora esperar sentado que se consuma o download.

    O tempo é o senhor da razão.

     

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