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Home»Brasil»CAC que matou ex na frente da filha tem pena reduzida em 17 anos
Brasil

CAC que matou ex na frente da filha tem pena reduzida em 17 anos

Por Metrópoles5 de novembro de 20255 Mins Read
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Quase um ano após ser condenado a 43 anos e 18 dias de prisão pelo assassinato da ex-mulher, Paulo Roberto Moreira Soares (foto em destaque) teve a pena reduzida para 26 anos, 7 meses e 6 dias de reclusão. A decisão foi tomada em outubro deste ano pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), após recurso apresentado pela defesa do condenado por feminicídio.

O homem, que possuía registro de caçador, atirador e colecionador (CAC), matou a ex-companheira Izabel Aparecida Guimarães de Sousa, de 36 anos, com disparo de arma de fogo, na frente da filha do casal. O crime que chocou a capital do país aconteceu em fevereiro de 2023, em Ceilândia.

O Tribunal do Júri havia condenado, em dezembro de 2024, o vigilante a 43 anos e 18 dias de prisão, em regime inicial fechado, pelo crime de feminicídio praticado por motivo fútil, com dificuldade de defesa da vítima e na presença de descendente.

A reportagem apurou que o desembargador relator, ao analisar o recurso apresentado pela defesa, reavaliou as circunstâncias judiciais da pena conforme o artigo 59 do Código Penal e decidiu acolher parcialmente os argumentos defensivos.

Na decisão, o magistrado reconheceu que alguns dos fatores considerados na sentença original deveriam ser revistos, como a culpabilidade, circunstâncias e consequências do crime, o que resultou em ajustes na dosimetria da pena.

Com isso, parte das alegações da defesa foi aceita, levando à redução de 17 anos na condenação imposta em primeira instância.

A redução chegou a quase metade da sentença fixada no ano passado, que já era a maior pena de feminicídio imposta no DF antes das reformas recentes no Código Penal.

Redução “considerável” da pena

A família de Izabel recebeu com “muita tristeza” e “dor” a notícia da redução da pena de Paulo Roberto.

“Esperávamos que poderia ser, sim, reduzido um pouco, porque foi a maior pena de feminicídio já fixada antes da reforma do Código Penal, mas estávamos confiantes de que a pena fosse mantida, até porque ela foi muito bem fundamentada. Mas o Tribunal decidiu pela redução que não foi unânime, foi por maioria”, manifestou a advogada Ana Paula Correia, que representa a família.

A advogada explica que o julgamento em segunda instância se baseou “única e exclusivamente em questões objetivas”, e não considerou “muito o que foi produzido e argumentado na sessão plenária” do júri.

Um ponto levantado pela defesa da família é o fato de o Ministério Público, titular da ação penal, não ter recorrido da decisão do TJDFT que reduziu a pena.

“Pelo o que vimos no recurso, a decisão foi acatada pelo Ministério Público, apesar do parecer do MP antes do julgamento do recurso ter sido contrário aos argumentos trazidos pela defesa na apelação”, pondera a advogada.

O Metrópoles acionou o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) para se manifestar sobre o assunto. Todavia, não obteve retorno até o fechamento desta matéria. O espaço segue aberto.

Em contato com a reportagem, Marília Brambilla, uma das advogadas de Paulo Roberto informou que o processo está em segredo de Justiça. Segundo ela, a defesa também recorreu ao Supremo Tribunal de Justiça (STJ) para anular o júri ocorrido em 2024.

“Sempre confiamos na Justiça. O TJDFT reduziu pena em conformidade com a jurisprudência. Apesar dessa redução, recorremos ao STJ, requerendo a anulação do julgamento por duas nulidades graves ocorridas durante o plenário, que foi aberto ao público. A defesa somente pretende que, em novo julgamento, possa exercer a plenitude de defesa e que o corpo de jurados não seja influenciado por fatores externos à causa”, esclareceu a advogada.

Relembre o caso

O casal ficou junto por cerca de 10 anos, mas estava separado havia dois meses. Parentes da vítima afirmam que Paulo Roberto não aceitava o fim da relação e que tinha comportamentos agressivos. O ciclo de violência terminou com a morte da vendedora.

Antes de matá-la, ele havia discutido com a vítima para que ela desbloqueasse suas contas bancárias por aplicativo de aparelho celular.

Izabel foi morta com um tiro na testa disparado pelo ex-companheiro, na residência dela, no P Sul, em Ceilândia.

4 imagensVítima tentava se separar do companheiroEla deixa uma filha de 8 anosIzabel Aparecida Guimarães de Sousa, 36 anosFechar modal.1 de 4

Izabel Aparecida trabalhava como vendedora

Reprodução 2 de 4

Vítima tentava se separar do companheiro

Reprodução 3 de 4

Ela deixa uma filha de 8 anos

Reprodução 4 de 4

Izabel Aparecida Guimarães de Sousa, 36 anos

Reprodução

Izabel estava no quarto, com a filha de 8 anos à época, quando Paulo Roberto chegou alterado em casa. Testemunhas relataram à Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) que ouviram a vítima gritar: “Para, Roberto. Na frente da menina?”.

O assassino ordenou que a vítima desligasse o celular. Em seguida, as testemunhas ouviram barulhos de tiro.

Após atirar na cabeça da companheira, Paulo Roberto disse à criança: “Sua mãe já era”. Logo depois, deixou o imóvel, ainda armado, em um Ford Fusion preto.

Paulo chegou a mandar um áudio em grupo de amigos no WhatsApp confessando o feminicídio. Ele se apresentou à Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) 2 de Ceilândia, acompanhado de um advogado, um dia depois do crime.

 

Fonte:
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