Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Casa Imperial chama 15 de Novembro de golpe: “Nada a comemorar”

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    A Casa Imperial do Brasil utilizou as redes sociais, neste sábado (15/11), data em que o Brasil comemora o aniversário da Proclamação da República, para se manifestar sofre o feriado. A declaração remete à visão da família imperial de que a queda da monarquia brasileira não representa motivo de celebração, reforçando o legado do período imperial e a memória dos governantes da Casa de Bragança.

    “136 anos do Golpe de Estado de 15 de novembro de 1889. Nada a comemorar”, diz a postagem.

    136 anos do Golpe de Estado de 15 de novembro de 1889. Nada a comemorar. pic.twitter.com/8GiJPQxHsU

    — Casa Imperial do Brasil (@CasaImperialBR) November 15, 2025

    Golpe?

    Para alguns historiadores, a Proclamação da República de 1889 é classificada como um golpe porque derrubou, de forma súbita e sem consulta popular, o regime monárquico chefiado por Dom Pedro II.

    A mudança foi articulada por setores do Exército e por parte da elite política descontente, que impuseram a transição ao novo regime sem participação da sociedade. Embora a data seja celebrada oficialmente como marco de modernização, há a tese de que a ruptura ocorreu por meio de força militar e fora das vias constitucionais, derrubando monarquistas.

    História da Casa Imperial

    A Casa Imperial do Brasil, originada da Casa de Bragança de Portugal, governou o país de 1822 a 1889, sob a liderança de Dom Pedro I, Dom Pedro II e outros membros da família. Após a Proclamação da República, a dinastia se dividiu em diferentes ramos, sendo os principais Petrópolis e Vassouras, que disputam atualmente a chefia da Casa Imperial.

    Atualmente, o ramo de Vassouras reconhece o advogado e escritor Dom Bertrand de Orléans e Bragança como chefe da família, enquanto o ramo de Petrópolis reconhece Dom Pedro Carlos.

    Apesar da tradição e relevância histórica, a Casa Imperial não possui reconhecimento legal ou base oficial na atual República brasileira, sendo os títulos dinásticos de caráter familiar e simbólico.

    Nova geração da família

    Entre os descendentes, destaca-se Dom Rafael Antonio Maria José Francisco Miguel Gabriel Gonzaga de Orleans e Bragança, de 36 anos, pertencente à mais nova geração da família. Neto de Dom Antonio e da princesa Dona Christine de Ligne, Dom Rafael conecta-se diretamente a D. Pedro II e à imperatriz Teresa Cristina, preservando a memória histórica do Império.

    Nascido e criado no Rio de Janeiro, Dom Rafael formou-se em Engenharia de Produção pela PUC-Rio em 2010 e seguiu carreira internacional, atuando como sócio de uma empresa de consultoria com escritórios em Londres e Nova York. Apesar do perfil reservado, ele mantém vínculos com o Brasil, participando de eventos históricos e culturais ligados à monarquia.

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