Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Caso Eloá: como o assassinato influenciou leis de feminicídio

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    O assassinato de Eloá Pimentel é lembrado até hoje como um dos casos criminais mais negligenciados do país. O sequestro e assassinato da adolescente de 15 anos marcou o país e causou mudanças nas leis relacionadas a violência contra a mulher.

    Eloá foi mantida em cárcere privado em um apartamento em Santo André, Santo Paulo, pelo ex-namorado, Lindemberg Alves. Ao todo, foram 100 horas de negociação entre a polícia e o sequestrador, na tentativa de evitar um desfecho trágico.

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    Após quatro dias, a vítima foi baleada. Ela chegou a ser socorrida e levada ao hospital, mas teve morte cerebral e não resistiu.

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    Caso Eloá: Refém ao vivo

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    Caso Eloá: Refém ao vivo

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    Um dos pontos de debate do caso é o fato de Eloá ter mantido um relacionamento com um homem mais velho: Lindemberg conheceu Eloá quando ela tinha apenas 12 anos, e ele, 18. O relacionamento foi marcado por idas e vindas, brigas constantes e um controle sufocante.

    A advogada criminalista Giovanna Guerra explica que o crime ocorreu antes da definição do feminicídio como homicídio qualificado (Lei n.º 13.104/2015) e antes da definição do feminicídio como tipo penal independente (Lei nº 14.994/2024).

    “Sendo assim, o caso mostra que as condutas protegidas por esse tipo legal já aconteciam com bastante gravidade e que Eloá, apesar de ter sido uma vítima de feminicídio, não teve acesso à proteção institucional que deveria ter”, ressalta.

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    A especialista conta que o crime cometido contra Eloá Pimentel alimentou o debate sobre violência de gênero e “serviu como um marco de reflexão sobre os falados ‘assassinatos por amor’, que nada mais são do que assassinatos por ódio, por posse e por controle”.

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