Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Centro Cultural TCU celebra raízes africanas na língua brasileira

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    O Centro Cultural do Tribunal de Contas da União (CCTCU) abre as portas para exposição sobre a influência das línguas e raízes africanas no portugês falado no Brasil e na identidade cultural brasileira. Em uma noite marcada por celebração, reflexão e pertencimento, na última quarta-feira (12/11), ocorreu a inauguração da Línguas africanas que fazem o Brasil, no Centro Cultural TCU, em Brasília.

    A mostra, itinerante do Museu da Língua Portuguesa, destaca como os idiomas africanos, como quimbundo, quicongo, umbundo, iorubá e fon, moldaram o português falado no país e contribuíram para a formação da identidade nacional.

    Realizada no Mês da Consciência Negra, a abertura reuniu autoridades, convidados e servidores do Tribunal de Contas da União (TCU), que puderam conferir em primeira mão a proposta curatorial do músico, poeta e filósofo Tiganá Santana.

    O evento também marcou a assinatura de um acordo de cooperação entre o TCU e a Organização Social IDBrasil Cultura, Educação e Esporte, responsável pela gestão do Museu da Língua Portuguesa.

    Pluralidade e pertencimento

    Para o presidente do TCU, ministro Vital do Rêgo, reconhecer a presença africana na linguagem é também reafirmar valores fundamentais do país.

    “A linguagem é a primeira ferramenta de organização de uma sociedade. Línguas como o iorubá, e outras, têm participação decisiva em nossa fala diária. Reconhecer e honrar essa contribuição histórica é um ato de reafirmação da pluralidade como valor essencial da nossa nação”, destacou o ministro.

    A diretora-geral do Instituto Serzedello Corrêa (ISC), Ana Cristina Novaes, reforçou o papel da cultura como parte da boa gestão pública.

    “Esta exposição expressa com clareza essa missão, ao reunir saberes ancestrais, diversidade linguística e reflexão crítica sobre o Brasil que somos”, afirmou Ana Cristina.

    Confira algumas das obras expostas na galeria abaixo:

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    Exposição celebra origens africanas da língua brasileira

    Antônio Leal/ Imagens cedidas ao Metrópoles2 de 10

    Exposição celebra origens africanas da língua brasileira

    Antônio Leal/ Imagens cedidas ao Metrópoles3 de 10

    Exposição celebra origens africanas da língua brasileira

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    Exposição celebra origens africanas da língua brasileira

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    Exposição celebra origens africanas da língua brasileira

    Antônio Leal/ Imagens cedidas ao Metrópoles

    Uma escuta ancestral

    Na curadoria, Tiganá Santana propõe uma escuta sensível às vozes africanas que ecoam no português e nos hábitos brasileiros.

    “Influências africanas no lexico-corrente no Brasil parecem ser passageiras, mas são estruturantes. Esse vocabulário, essas presenças linguísticas na cultura brasileira nos estruturam”, explicou o artista.

    A mostra incorpora obras de Dalton Paula, Antonio Obá e Leni Vasconcellos, artistas ligados ao território do Distrito Federal e da região Centro-Oeste, reforçando o diálogo entre linguagens, tempos e geografias.

    Esse trabalho, e eu faço coro a outros que têm sido feitos há muito tempo nessa direção, nos lembra dessas presenças e do nosso pertencimento em muitas camadas e instâncias.

    Tiganá Santana

    Veja mais detalhes do evento na galeria a seguir:

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    Detalhes do evento

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    Detalhes do evento

    Antônio Leal/ Imagens cedidas ao Metrópoles

    Parcerias que fortalecem a cultura

    O projeto é fruto de uma parceria entre o Centro Cultural TCU e o Museu da Língua Portuguesa.

    Para Elisa Bruno, diretora do Centro Cultural TCU, e também diretora de comunicação do Sindilegis, um dos apoiadores da mostra, a exposição amplia o compromisso institucional com a diversidade:

    “O Sindilegis tem intensificado seu compromisso com a valorização da diversidade e com a garantia de um ambiente de trabalho livre de violências. Estamos dedicados à construção de espaços mais harmônicos e saudáveis, no trabalho e na sociedade. É uma das responsabilidades do sindicato informar e sensibilizar a população sobre assuntos tão importantes”, ressaltou Elisa.

    Já Renata Motta, diretora executiva da Organização Social IDBrasil Cultura, Educação e Esporte e responsável pela gestão do Museu da Língua Portuguesa, agradeceu a acolhida do Tribunal e destacou a importância do diálogo entre cultura e cidadania.

    “A gestão do ministro Vital do Rêgo tem aproximado o Tribunal da sociedade e reafirmado o papel da cultura como dimensão da cidadania”, afirmou Motta.

    O evento contou ainda com a presença do diretor de controle e risco do Banco do Nordeste, Leonardo Cruz, representando o Banco do Nordeste do Brasil (BNB), que é um dos patrocinadores da exposição.

    Tiganá Santana, curador da exposição, e Elisa Bruno
    A artista Leni Vasconcellos e Ana Cristina Novaes, diretora-geral do Instituto Serzedello Corrêa (ISC)
    Fabiana Santos, secretária-geral da Presidência do TCU, Cláudia Jordão, ministro Vital do Rêgo, presidente do TCU, e Ana Cristina Novaes, diretora-geral do Instituto Serzedello Corrêa (ISC)
    Elisa Bruno, diretora de comunicação do Sindilegis e diretora do Centro Cultural TCU, Cristina Machado, procuradora-geral do MPTCU, Tiganá Santana, curador da exposição, Renata Motta, diretora executiva da Organização Social IDBrasil Cultura, Educação e Esporte, responsável pela gestão do Museu da Língua Portuguesa, Vilaúba Moraes, ministro Vital do Rêgo, presidente do TCU, Leonardo Cruz, diretor de controle e risco do Banco do Nordeste, e Ana Cristina Novaes, diretora-geral do ISC
    Presidente do TCU, ministro Vital do Rêgo, e diretor de controle e risco do Banco do Nordeste, Leonardo Cruz
    Obra exposta
    Valkênia Moraes, Vilaúba e o presidente do TCU, ministro Vital do Rêgo
    Elisa Bruno, diretora de comunicação do Sindilegis e diretora do Centro Cultural TCU
    Elisa Bruno, diretora de comunicação do Sindilegis e diretora do Centro Cultural TCU, Ralph Gehre e Karina Santiago
    Ana Cristina Novaes, diretora-geral do Instituto Serzedello Corrêa (ISC), presidente do TCU, ministro Vital do Rêgo, e a artista Leni Vasconcellos
    Elisa Bruno, diretora de comunicação do Sindilegis e diretora do Centro Cultural TCU, e Ana Cristina Novaes, diretora-geral do Instituto Serzedello Corrêa (ISC)
    Homenagem às raízes africanas
    Presidente do TCU, ministro Vital do Rêgo
    A artista Leni Vasconcellos e sua mãe
    Fala de Renata Motta, diretora executiva da Organização Social IDBrasil Cultura, Educação e Esporte, responsável pela gestão do Museu da Língua Portuguesa
    DJ Caju

    Serviço
    Exposição: Línguas africanas que fazem o Brasil
    Local: Centro Cultural TCU, Brasília
    Período: Até 18 de janeiro de 2026
    Horário: Todos os dias, das 9h às 18h
    Entrada: Gratuita

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