Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Cientistas criticam ausência de combustíveis fósseis em texto da COP30

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    Cientistas de instituições brasileiras e internacionais reagiram com preocupação ao texto mais recente das negociações da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), divulgado no início desta sexta-feira (21) em Belém. Eles afirmam que a ausência explícita da expressão “combustíveis fósseis” representa um retrocesso grave diante da emergência climática.

    “Apesar de um grande número de países se unirem em torno de roteiros para acabar com a dependência de combustíveis fósseis e com o desmatamento – e do impulso dado pelo presidente do Brasil – as palavras ‘combustíveis fósseis’ estão completamente ausentes do texto mais recente”, afirmam os pesquisadores em nota conjunta.

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    Para o grupo, essa ausência representa uma ruptura com a ciência e com os compromissos assumidos globalmente.

    “Isso é uma traição à ciência e às pessoas, especialmente os mais vulneráveis, além de totalmente incoerente com os objetivos reafirmados de limitar o aquecimento a 1,5°C e com o quase esgotamento do orçamento de carbono”, diz o documento.

    Os pesquisadores afirmam que não é possível garantir um futuro seguro sem mudanças estruturais.

    “É impossível limitar o aquecimento a níveis que protejam as pessoas e a vida sem eliminar gradualmente os combustíveis fósseis e acabar com o desmatamento.”

    A declaração é assinada por Carlos Nobre (Science Panel of the Amazon), Fatima Denton (United Nations University), Johan Rockström (Potsdam Institute for Climate Impact Research), Marina Hirota (Instituto Serrapilheira), Paulo Artaxo (USP), Piers Forster (Universidade de Leeds) e Thelma Krug (presidente do Conselho Científico da COP30).

    A pesquisadora Marina Hirota reforça a gravidade do cenário e o risco de uma conferência que não avance no tema.

    “A inclusão da eliminação gradual dos combustíveis fósseis é fundamental para a manutenção de vida no planeta da forma como conhecemos hoje. Disso depende a possibilidade de mantermos a estabilidade climática e as condições que temos”, afirma Marina Hirota.

    “Caso isso não seja considerado nos textos que saiam dessa conferência entre as partes e, caso as promessas continuem sendo promessas sem implementação, gradualmente, ou até de forma menos previsível e mais intensa, vamos começar cada vez mais a sentir os impactos socioeconômicos e as perdas e danos recorrentes principalmente dos eventos extremos”, complementou.

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