Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Congresso silencia, e Lula pode sancionar IR sem caciques do Centrão

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    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sanciona nesta quarta-feira (25/11) a isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, mas há dúvidas sobre o cenário a ser apresentado no Planalto. Com a sanção, o petista conclui uma das suas principais pautas com potencial eleitoral, mas pode também mostrar seu momento de maior distanciamento do Congresso, diante da esperada ausência dos presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

    Cada um com seu motivo particular para não querer aparecer sorrindo ao lado de Lula, ambos não confirmaram se iriam ou não à cerimônia. Segundo interlocutores, eles devem declinar o convite.

    O Congresso pode acabar representado, dessa forma, pelo deputado Arthur Lira (PP-AL) e o senador Renan Calheiros (MDB-AL), que foram relatores do projeto em suas respectivas casas. A expectativa é que parlamentares de diversos partidos compareçam ao evento, mas há dúvida, porém, sobre o quórum de líderes partidários.

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    Lula, Hugo Motta e Davi Alcolumbre

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    Motta e Lula

    VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES 3 de 5

    O presidente Lula (PT), ao lado dos presidentes da Câmara e do Senado, Hugo Motta (Republicanos-PB) e Davi Alcolumbre (União-AP), respectivamente

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    Hugo Motta, Lula e Davi Alcolumbre

    Vinícius Schimidt/Metrópoles5 de 5

    Motta, Lula e Alcolumbre

    Reprodução

    Brigas

    Motta vive um momento de embate com o líder do PT, Lindbergh Farias, e uma ala do governo Lula por causa do PL Antifacção. Eles romperam relação pelo voto da base governista contra a proposta. O Planalto não aceitou quando o presidente da Câmara deu a relatoria do projeto, gestado pelo Ministério da Justiça, a um oposicionista, que mudou o texto e incluiu dispositivos como a retirada de recursos da Polícia Federal (PF), por exemplo.

    Segundo aliados, Motta ainda estaria desconfiado com o governo desde o evento do Dia dos Professores. Apesar de estar ao lado do presidente Lula, o presidente da Câmara enfrentou vaias de petistas ao comparecer à cerimônia realizada em outubro. O deputado não quer dar oportunidade de o episódio se repetir.

    Lindbergh saiu da votação falando em “quebra de confiança” com Motta, e o presidente da Câmara foi às redes sociais afirmar que o governo Lula errou ao votar contra. Ele esperava que a bancada petista apoiasse o PL Antifacção, e apresentasse um destaque para votar em separado a questão da Polícia Federal.

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    A situação foi escalando até o ponto que Motta avisou que não quer manter qualquer tipo de relação com Lindbergh. O líder do PT tem dito que não faz questão alguma de ter contato com o presidente da Câmara, mas afirmou que seguirá frequentando a reunião de líderes e os espaços da Casa, mesmo que regidos pelo seu rival.

    Já Alcolumbre rompeu com o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), e não quer papo com o Planalto. Ele não aceitou a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal (STF). Ele tinha preferência pelo antecessor, o senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

    Segundo aliados, Alcolumbre avisou que votaria contra qualquer outro indicado que não fosse Pacheco. Prometeu, porém, que não seguraria a análise da indicação, como de fato ocorreu. Ele marcou a análise de Messias para o dia 10/12.

    Em reposta a Lula, Alcolumbre pautou e aprovou um projeto que prevê a aposentadoria especial para agentes de saúde, com impacto que pode chegar a R$ 14 bilhões nos cofres públicos.

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