Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Doenças gengivais e cáries podem aumentar risco de AVC, aponta estudo

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    Um estudo realizado pela Universidade da Carolina do Sul, nos Estados Unidos, e publicado na revista Neurology Open Access, descobriu que pessoas com cáries e doenças gengivais apresentavam quase o dobro do risco de Acidente Vascular Cerebral (AVC) em comparação a indivíduos com saúde bucal em dia. Os dados se mostraram concretos mesmo após o controle dos fatores de risco cardiovascular.

    Entenda o estudo

    • A investigação analisou 5.986 adultos com idade média de 63 anos sem histórico prévio de Acidente Vascular Cerebral isquêmico, doença arterial coronariana ou cáries; e sem histórico de doença gengival, cuja saúde foi acompanhada por 21 anos aproximadamente.
    • Os pesquisadores dividiram os participantes em três grupos com base em boa saúde bucal, apenas doença gengival ou doença gengival e cáries.
    • Eles descobriram que apenas 4,1% daqueles com boa saúde bucal haviam sofrido um AVC no passado.
    • Já em indivíduos com apenas doença gengival, os resultados apontaram para 6,9%.
    • Enquanto isso, no grupo com doença gengival e cáries, o número subiu para 10%.
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    Os estudiosos levaram em consideração fatores contribuintes comuns, a exemplo do índice de massa corporal e tabagismo. Ainda assim, os cálculos finais indicaram que pessoas com doenças gengivais tinham um risco 44% maior de Acidente Vascular Cerebral (AVC) em comparação com pessoas com boa saúde bucal.

    CérebroEstudo associa doença gengival e cáries a maior risco de AVC

    Visto que as descobertas descrevem apenas uma associação, os cientistas só podem pressupor o motivo dessa relação. Entretanto, pesquisas anteriores já sugerem que a inflamação e as bactérias da boca podem se espalhar para outras áreas do corpo, trazendo riscos para a saúde cardiovascular e aumentando a probabilidade de formação de coágulos.

    Estudos precedentes encontraram bactérias orais nas placas que podem se acumular e pressionar as artérias, levando à formação de coágulos e ao estímulo de acidentes vasculares cerebrais isquêmicos.

    Cuidados básicos com a saúde bucal

    Os dados coletados pela Universidade da Carolina do Sul levam ao reforço da importância de manter a saúde bucal em dia, inclusive, como forma de prevenção ao AVC. Os cuidados incluem escovar os dentes pelo menos três vezes ao dia com creme dental fluoretado, usar o fio dental diariamente e realizar visitas regulares ao dentista. “A prevenção começa com hábitos simples, mas consistentes”, frisa a cirurgiã-dentista Diana Fernandes.

    “Além disso, o controle da alimentação tem papel importante: o consumo excessivo de açúcar e carboidratos refinados alimenta as bactérias causadoras de cáries. E, claro, é importante estar atento a sinais precoces como sangramento gengival, mau hálito ou sensibilidade — esses sintomas indicam inflamação e precisam de avaliação profissional”, acrescenta Diana.

    Em conversa com a coluna Claudia Meireles, a especialista afirma que hoje, com o avanço da odontologia, há tecnologias como o escâner intraoral, o laser e o Airflow, que permitem diagnósticos mais precisos e limpezas indolores, facilitando o cuidado contínuo da saúde bucal. “Cuidar da boca é cuidar do corpo inteiro. Uma boca saudável reflete um organismo equilibrado”, aconselha.

    Realizar visitas regulares ao dentista é crucial para manter a saúde bucal em dia

    No que diz respeito à pesquisa mencionada acima, a dentista explica que a saúde bucal e a saúde cardiovascular estão muito mais conectadas do que se imagina. Ela conta que a boca abriga milhões de bactérias, e quando há inflamações gengivais ou cáries não tratadas, essas bactérias podem migrar para a corrente sanguínea.

    “Esse processo desencadeia uma resposta inflamatória sistêmica, que favorece o acúmulo de placas nas artérias e pode aumentar o risco de eventos cardiovasculares, como o AVC e o infarto”, relata a profissional.

    Em outras palavras, a inflamação crônica causada por doenças gengivais não fica restrita à boca — ela impacta todo o organismo. “Por isso, manter uma boa saúde bucal é também uma forma de prevenir doenças graves e preservar o equilíbrio geral do corpo”, reitera.

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