Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Escândalo Ultrafarma: saiba quem ainda está preso em Tremembé

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    Nesta quarta-feira (12/11), a Operação Ícaro, considerada uma das maiores investigações de fraude tributária já conduzidas pelo Ministério Público de São Paulo, completa três meses. A operação revelou um esquema de corrupção envolvendo auditores fiscais da Secretaria da Fazenda e grandes nomes do varejo, como a Ultrafarma e a Fast Shop. Segundo as investigações, as fraudes ocorriam mediante a antecipação de créditos tributários para as empresas e movimentaram mais de R$ 1 bilhão em propina.

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    Entre os empresários apontados como beneficiários das manobras fiscais estão Sidney Oliveira, dono da Ultrafarma, uma das maiores redes de farmácias do país, e Mário Otávio Gomes, diretor do grupo Fast Shop, especializado em eletrodomésticos e eletrônicos. Presos no dia 12 de agosto, os empresários foram soltos por decisão da Justiça paulista três dias depois, sob condição de usarem tornozeleira eletrônica e pagarem fiança de R$ 25 milhões. Contudo, ambos conseguiram habeas corpus e não precisaram pagar o valor estabelecido.

    Já os demais envolvidos continuam detidos no presídio de Tremembé, localizado no Vale do Paraíba (SP), aguardando julgamento. Entre eles, os auditores Artur Gomes da Silva Neto e Marcelo de Almeida Gouveia. Desde setembro, Artur Silva Neto negocia um acordo de delação premiada com o Ministério Público. O empresário Celso Éder Gonzaga de Araújo também segue preso no chamado presídio dos famosos e aguarda julgamento de habeas corpus.

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