Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Ex-vereador do PL é condenado por comentário racista contra prefeito

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    O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) condenou o ex-vereador paulista Marcos Semann, do Partido Liberal (PL) de Eldorado, por um comentário racista contra o prefeito quilombola Noel Castelo (Solidariedade). O ex-parlamentar precisará pagar indenização de R$ 20 mil por danos morais ao prefeito.

    O comentário foi publicado por Semann em uma postagem no Facebook com críticas a poda de árvores no portal da cidade. “Quando não caga na entrada, caga na saída”, escreveu ele. Noel Castelo registrou boletim de ocorrência contra o político, conhecido como “Marcão”. Ele afirmou que o ex-vereador omitiu a palavra “negro” da frase, mas que o comentário continuava com teor racista.

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    A defesa de Marcão entrou com recurso e alegou que não houve injúria racial no comentário. A tese foi rejeitada pela Justiça, que manteve a condenação em primeira instância.

    Na decisão, o juiz Renato Guanaes Simões Thomsen concluiu que o comentário “teve o objetivo nítido de tirar a credibilidade da atuação política do autor, por meio de ofensa racial, e de discriminá-lo perante a população local”.

    “[Marcos Semann] realizou postagem repetindo parcialmente a expressão notoriamente racista e muito difundida no país que afirma que ‘o preto, quando não caga na entrada, caga na saída’. Não há negativa de que tenha realizado referência parcial ao dito popular”, afirmou o juiz.

    A defesa de Marcão argumentou que ele desconhecia a conotação racista da frase. No entendimento do magistrado, no entanto, essa afirmação ocorreu justamente para evitar a repercussão.

    Thomsen ainda afirmou que o prefeito se declara quilombola e, por isso, a questão racial é determinante no processo. “A diminuição de suas características pessoais configura ilícito civil”, avaliou.

    O Metrópoles procurou a defesa de Marcos Semann, mas não obteve resposta. O espaço segue aberto para manifestações.

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