Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 

Foragido da PF por fraude no INSS estaria em aldeia indígena na Bahia

Por

O presidente da Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Rurais (Conafer), Carlos Lopes, estaria em uma aldeia indígena no sul da Bahia.

Ele é procurado pela Polícia Federal (PF) desde segunda-feira (17/11) sob a acusação de chefiar um esquema que desviou ao menos R$ 640 milhões de aposentadorias associados à Conafer, que foi revelado pelo Metrópoles.

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Fachada da Conafer, associação investigada por envolvimento no esquema de descontos do INSS, no Setor Comercial Sul – Metrópoles

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto2 de 4

Foto colorida de presidente da Conafer, foragido da PF, Carlos Roberto Ferreira Lopes

Reprodução/Agênica Senado3 de 4

Carlos Lopes é presidente da Conafer

Conafer/Reprodução 4 de 4

Alfredo Gaspar (União-AL) questionou o presidente da Conafer, Carlos Lopes, sobre a relação da entidade com a fraude dos descontos indevidos

Carlos Moura/Agência Senado

O dirigente está na lista dos dez mandados de prisão preventiva que deveriam ser cumpridos pela PF na nova fase da “Operação Sem Desconto”, mas não foi localizado nem se entregou.  Apesar disso, a sua defesa nega que ele esteja foragido.

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Em nota enviada à imprensa no início da semana, os advogados afirmam  que ele está “em viagem em área de difícil acesso” e irá se apresentar à PF “quando tiver acesso aos autos”.

Nascido em Brasília, Lopes se autodeclara da etnia indígena tapuia. Apesar de ser dono de fazendas em Minas Gerais, ele disse residir na Terra Indígena Caramuru-Paraguassu, localizada nas proximidades dos municípios de Camacan, Itaju do Colônia e Pau Brasil – a cerca de 100 quilômetros de Ilhéus.

Segundo investigações da PF, ele seria um dos grandes líderes do esquema de descontos indevidos. As investigações apontam que, só a Conafer, lesou mais de 600 mil aposentados e desviou, com uso de fazendas e outras empresas, 90% do que arrecadou do esquema.

Lopes depôs na CPMI do INSS em 29 de setembro e no dia seguinte, foi preso flagrante por falso testemunho a pedido da CPI, mas foi liberado após pagar fiança no valor de R$ 5 mil e sumiu.

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