Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Inimigo do PT, Hugo Motta consulta ministros do STF sobre anistia

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    O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), iniciou uma rodada de conversas com ministros do Supremo para tratar da votação do projeto da anistia.

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    Nikolas Ferreira visitou Jair Bolsonaro após autorização do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF)

    Mateus Bonomi/Reuters/Folha de SP2 de 4

    O ministro do STF Alexandre de Moraes

    VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto3 de 4

    BRENO ESAKI/ METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto4 de 4

    O presidente da Câmara, Hugo Motta

    VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

    Agora rompido com o PT, Motta considera colocar o tema em pauta, mas quer construir um consenso para evitar atritos com o Supremo e com o Senado, sobretudo para não correr o risco de a Casa vizinha rejeitar a proposta e expor os deputados a um desgaste político.

    Há duas leituras sobre o momento. A primeira é que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), poderia receber votos contra Jorge Messias para o Supremo em troca de pautar a anistia.

    Alcolumbre não pensa em outra coisa senão impor uma derrota pessoal ao presidente Lula por ter preterido Rodrigo Pacheco (PSD-MG) para a vaga. Lula tem dito que, se for derrotado, não indicará Pacheco. Nessa queda de braço, cada um usa as armas que tem: Lula, a PF; Alcolumbre, os votos.

    A segunda interpretação é que o clima político está demasiadamente conturbado com a prisão antecipada de Jair Bolsonaro, motivada pela tentativa de violar a tornozeleira eletrônica.

    O acordo para votação prevê a redução de pena dos presos no dia 8 de janeiro. Uma anistia está descartada.

    Um ministro do Supremo disse à coluna que o problema é que, com os ânimos acirrados, os consensos até são construídos antes da votação, mas, depois, cada um volta ao seu discurso eleitoral.

     

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