Em Lima, no Peru, o Flamengo tem uma decisão importante pela frente. Neste sábado (29/11), a equipe enfrenta o Palmeiras na final da Libertadores. Antes do duelo, o técnico Filipe Luís e o zagueiro Léo Pereira concederam entrevista coletiva e afastaram as comparações com a última final entre as equipes, em 2021.
Filipe Luís foi perguntando sobre as diferenças para final de 2021, quando Flamengo e Palmeiras se enfrentaram pelo título. Segundo o técnico rubro-negro, muita coisa mudou desde aquele ano até 2025.
Jogadores do Flamengo treinando antes da final da Libertadores
Adriano Fontes/Flamengo
Jogadores do Flamengo treinando antes da final da Libertadores
Adriano Fontes/Flamengo
Jogadores do Flamengo treinando antes da final da Libertadores
Adriano Fontes/Flamengo
“São finais diferentes, momentos diferentes. Claro que está gravado na cabeça do torcedor aquela derrota. No final das contas, quando dois entram em campo numa final, só um sai vencedor. Daquele grupo, são muitos jogadores novos, o treinador do Flamengo é outro. Os jogadores do Palmeiras muito deles são novos, ficaram poucos daquele título deles”, destacou Filipe Luís.
Logo depois foi a vez de Léo Pereira rememorar a finalíssima de 2021. O atleta já estava no Flamengo naquela temporada, porém, ficou de fora da decisão após ser expulso no jogo de ida da semifinal. Além da suspensão automática, a Conmebol puniu o zagueiro com mais uma partida e ele não entrou em campo na final.
“Infelizmente aconteceu algo terrível naquela semifinal, prejudiquei a equipe e fiquei de fora da final. Fui castigado daquela forma. Foi terrível para mim, pelo contexto, por tudo que representou aquela final para mim. Da arquibancada, tentei passar meu apoio a todos que estavam em campo, no vestiário também. Chegaram na final os dois melhores e a gente, de repente, merecia uma vitória no tempo normal”, disse o zagueiro.
Inspiração
No decorrer da entrevista coletiva, Filipe Luís falou sobre Diego Simeone. O técnico do Atlético de Madrid comandou o treinador do Flamengo na equipe espanhola. Segundo o ex-lateral, Simeone é uma inspiração para ele.
“O Simeone sabe o carinho que tenho por ele. É uma pessoa que me [ajudou] a melhorar como jogador, mas também como pessoa. Me tornando uma pessoa mais competitiva e ambiciosa. Hoje estou sentado aqui graças a ele. Ele me inspirou a ser treinador e me inspirou a inspirar pessoas. Sou muito grato a ele”, concluiu o técnico do Flamengo.
Mental forte
Por último, Léo Pereira comentou que existem fatores que vão além do tático, físico e técnico. Para o zagueiro, o mental conta bastante para ele, deixando a equipe mais forte e consistente.
“Para mim o jogo passa muito pelo acreditar. Acreditamos muito no plano de jogo que o Filipe Luís nos colocou desde de quando assumiu. E com certeza a parte mental. A gente chega muito forte e consistente, a gente está preparado para qualquer cenário e isso fala muito sobre o mental da equipe e a consistência”, destacou o jogador rubro-negro.
“Acho que esses dois fatores são muito importantes, além do tático, do físico e do técnico. Acho que você estar alinhado no mental, é muito importante para aproveitar qualquer detalhe que o adversário dê durante a partida”, encerrou.
Palmeiras e Flamengo se enfrentam na final da Libertadores neste sábado (29/11). A bola rola às 18h, no Estádio Muncipal de Lima, no Peru. O Rubro-negro vai em busca do tetracampeonato, para se tornar o maior campeão da competição em solo brasileiro.
