Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Membros de comitê palestino para governar Gaza já foram definidos

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    A Turquia informou que a lista de membros do comitê palestino responsável pela administração da Faixa de Gaza durante o período de transição já foi aprovada. O anúncio foi feito pelo ministro das Relações Exteriores turco, Hakan Fidan, neste sábado (15/11) em entrevista à mídia turca.

    “Precisamos agilizar a entrega de suprimentos médicos, alimentos e itens de primeira necessidade para Gaza. Precisamos organizar acomodações temporárias. Nesse sentido, é importante aprovar um projeto relevante no Conselho de Segurança da ONU. Uma das questões mais importantes é a criação de um comitê não político, composto por palestinos, que irá otimizar o cotidiano na Faixa de Gaza, inclusive resolvendo questões como o fornecimento de eletricidade e água e a distribuição de alimentos”, disse Fidan.

    O chanceler afirmou que os membros do comitê não estão envolvidos na política, mas são nomes “bem conhecidos” e aceitos na região. “O comitê palestino assumirá a administração diária de Gaza. Precisaremos criar a força policial, e isso levará tempo. Esse período cria vulnerabilidade e será difícil garantir a entrega da ajuda nas quantidades necessárias durante esse tempo”, acrescentou.

    O comitê palestino, composto por tecnocratas, será responsável por administrar serviços básicos como eletricidade, água e distribuição de alimentos, enquanto a criação de uma força policial local é organizada.

    O grupo não político é considerado a chave para estabilizar a Faixa de Gaza durante o período de transição pós-guerra.

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    Contexto de tensões com Israel

    A fala do chanceler sobre os passos seguintes do cessar-fogo em Gaza ocorre em meio a uma forte tensão diplomática entre Turquia e Israel. No início de novembro, a Procuradoria-Geral de Istambul emitiu mandados de prisão contra o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e 36 altos funcionários israelenses, sob acusações de genocídio e crimes contra a humanidade baseadas em operações militares na região.

    Entre os citados estão o ministro da Defesa, Israel Katz, e o chefe do Estado-Maior, Eyal Zamir.

    Segundo o governo turco, ações de Israel, como a interceptação da flotilha Sumud, que levava ajuda humanitária até Gaza, contribuíram para o agravamento da situação e motivaram as ordens judiciais.

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    Cessar-fogo frágil

    Fidan já havia tecido críticas ao frágil cessar-fogo entre Israel e Hamas, alertando que a ajuda humanitária prometida ainda não chegou integralmente a Gaza.

    “Temos fortes indícios de que Israel, sob comando de Netanyahu, não acredita nos objetivos principais do cessar-fogo. O lado palestino está cumprindo as condições do acordo com grande responsabilidade”, declarou.

    O chanceler turco defendeu que o Conselho de Segurança da ONU discuta o envio de uma força internacional de estabilização para garantir a trégua. Ancara busca se firmar como mediadora do conflito e, no início da semana, realizou uma reunião com diplomatas de países árabes e parceiros internacionais para tratar do tema.

    Desde agosto, a Turquia suspendeu totalmente as relações comerciais e logísticas com Israel, proibindo navios turcos de entrar em portos israelenses e restringindo o uso do espaço aéreo por aeronaves israelenses. “Nenhum outro país rompeu de forma tão completa os laços com Israel”, declarou Fidan.

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