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Home»Brasil»Membros do União Brasil “comemoram” saída de MBL para novo partido
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Membros do União Brasil “comemoram” saída de MBL para novo partido

Por Metrópoles10 de novembro de 20255 Mins Read
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Membros do União Brasil “comemoram” saída de MBL para novo partido
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A autorização do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a criação do Missão, o mais novo partido político brasileiro, ligado ao Movimento Brasil Livre (MBL), vai levar membros do grupo hoje acomodados no União Brasil a disputarem as eleições de 2026 pelo partido recém-criado. O movimento é visto por parte dos integrantes do União como uma espécie de livramento.

Reservadamente, eles admitem que houve um incômodo dentro do partido com os membros do MBL. Avaliam que o MBL usou a legenda para os interesses do grupo, recebendo recursos na campanha (leia abaixo) enquanto centrava esforços na criação da Missão.

“Estão dando graças a Deus de se livrar. Eles não têm votos, só usam a legenda”, afirmou um político do União, sob reserva. Outros quadros do partido consultados pela reportagem confirmaram a avaliação.

“O MBL é uma organização à parte dentro de uma bancada. Infelizmente, sempre sofremos com essa separação, não podendo contar com a bancada na totalidade. Tem essa diminuição nas bancadas do União com a saída deles, mas é uma diminuição mais de direito do que de fato. Porque, de fato, já não contamos”, disse outro parlamentar do União.

“Boa sorte”

Entre os nomes que devem trocar o União pela Missão, estão o deputado federal Kim Kataguiri (foto em destaque), que recebeu 295 mil votos em 2022, sendo o oitavo mais votado em São Paulo, e o deputado estadual Guto Zacarias, que alcançou 152 mil votos na corrida para a Assembleia Legislativa (Alesp). Ambos fariam a troca no ano que vem, durante a janela partidária, que ocorre seis meses antes da eleição.

De acordo com lideranças da Missão, a ideia é lançar os nomes considerados mais fortes para cargos do Executivo, como o Governo de São Paulo e a Presidência da República. A ideia é montar chapas em todos os estados, inclusive com candidaturas aos governos.

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Ao Metrópoles, o ex-presidente da Câmara Municipal e cacique do União em São Paulo, Milton Leite, afirmou que a saída dos membros do MBL já era prevista e desejou sorte à nova legenda.

“Desejo aos deputados e à vereadora sorte no novo partido, que Deus ilumine a caminhada deles. É uma grande oportunidade de apresentarem à nação os seus projetos. Temos que entender toda a oportunidade de que alguém crie um partido, está na regra e está dentro da lei. Temos ciência disso e concordamos com isso”, disse Leite.

Voos altos

O fundador do MBL, Renan Santos, é pré-candidato ao Palácio do Planalto. Kim é cotado para disputar o Palácio dos Bandeirantes, mas terá carta livre para se candidatar ao que quiser em São Paulo.

Guto Zacarias deve se candidatar a deputado federal. Para a Alesp, a Missão trabalha com os nomes de Rafael Minatogawa, atual subprefeito da Vila Mariana na prefeitura de São Paulo, e Renato Battista, coordenador nacional do MBL e suplente de deputado estadual.

O partido ainda deseja ter a vereadora Amanda Vettorazzo como candidata ao Senado em São Paulo. A parlamentar, no entanto, tem um entrave na lei eleitoral. Por ser vereadora, ela não tem a janela partidária para a disputa da eleição de 2024. Para sair do partido sem perder o mandato, ela teria que conseguir uma carta de autorização do União Brasil.

Fatura

  • Em 2022, a campanha de Kim Kataguiri recebeu R$ 1,1 milhão do União Brasil.
  • Guto Zacarias recebeu quase R$ 700 mil.
  • Nas eleições municipais de 2024, Amanda Vettorazzo recebeu R$ 1 milhão do partido.
  • Já Renato Battista teve pouco mais de R$ 700 mil do União para sua campanha à Câmara Municipal de São Paulo, mas não foi eleito.

“Bukelização”

Coordenador nacional do MBL e tesoureiro da Missão, Renato Battista diz que o novo partido terá como uma das principais bandeiras a linha dura na segurança.

Ele diz que o partido se inspira em Nayib Bukele, presidente de El Salvador que ficou conhecido por imprimir medidas duras e controversas no combate ao crime, como a decretação de estado de exceção e encarceramento em massa. As ações despertaram inúmeras críticas de defensores de direitos humanos.

“O que a gente defende é um modelo de ‘bukelização’ no Brasil, igual foi feito em El Salvador, com construção de megapresídios, com encarceramento e declaração formal de guerra ao crime. E, claro, além das outras questões que já são clássicas do MBL. De defesa de reforma de Estado, de ter um Estado mais eficiente, nessa linha”, afirmou Battista.

Sobre fundo partidário e eleitoral, o partido se diz “programaticamente” contra como é atualmente. No entanto, o congresso do MBL de 2023 chegou ao entendimento de que não faria sentido devolver o fundo eleitoral.

“Porque uma vez que a gente não utiliza esse recurso, ele volta para o governo federal ou pode ser repartido por outros partidos. Então não faz nenhum sentido a gente não usar. Dar a pouca munição que temos para os nossos adversários. Agora, programaticamente, acho que não deveria existir o fundo eleitoral como ele é hoje, de maneira nenhuma. Os parlamentares da Missão vão sempre defender a redução do fundo eleitoral. Não pode ser desse tamanho que é hoje”, defendeu Battista.

Fonte:
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