Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Militar do Brasil foi punido por embriaguez em missão da ONU na África

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    Há alguns anos, um militar do Exército Brasileiro foi alvo de punições por dirigir embriagado um veículo da Organização das Nações Unidas (ONU) durante turno de serviço em missão de paz no Sudão do Sul. O caso consta em documentos antes confidenciais do Ministério da Defesa, obtidos pelo Metrópoles através da Lei de Acesso à Informação (LAI).

    Sudão do Sul

    • O Sudão do Sul se tornou o país mais jovem do mundo ao conquistar sua independência do Sudão em 2011.
    • Anos após ser reconhecido oficialmente como uma nação, o Sudão do Sul entrou em guerra em 2013, entre forças governamentais e a oposição do país.
    • Estimativas apontam que cerca de 400 mil pessoas morreram durante os conflitos, que duraram até 2018, quando um acordo de paz foi assinado entre as forças beligerantes.
    • Desde 2011 a ONU possuí uma missão de paz e estabilização no Sudão do Sul.

    Autoridades brasileiras foram alertadas pela sobre a conduta do coronel Luis Augusto Alves Leal Ferreira em março de 2019.

    Na época, o militar atuava na Missão das Nações Unidas no Sudão do Sul (UNMISS), em meio aos esforços de paz no país mais jovem do mundo, que saía de uma guerra civil que durou cerca de cinco anos antes de um acordo de paz, assinado em 2018.

    Por conta do incidente, o secretariado da ONU enviou uma nota verbal para a Missão Permanente do Brasil na ONU, que encaminhou a denúncia para o Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas Brasileiras.

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    De acordo com correspondências obtidas pela reportagem, o coronel foi “sancionado com reprimenda” após investigação realizada pelas por autoridades brasileiras. O que, na visão das Nações Unidas, foi suficiente.

    “O Secretariado deseja expressar sua gratidão às autoridades brasileiras pelas medidas tomadas para solucionar este assunto. A Secretaria considera, portanto, este assunto encerrado.”, disse uma nota verbal do Secretariado das Nações Unidas, encaminhada à Missão Permanente do Brasil na ONU em julho de 2020.

    Atualmente, o coronel Luis Augusto Alves Leal Ferreira atua como chefe do Grupo de Monitores Interamericanos de Desminagem Humanitária na Colômbia (GMI-CO), cujo objetivo é apoiar a remoção de minas terrestres no país após a guerra civil colombiana. A previsão é de que o militar atue na missão da Organização dos Estados Americanos (OEA) até novembro de 2026.

    O Metrópoles questionou o Exército Brasileiro sobre qual punição foi aplicada contra o coronel Luis Augusto Alves Leal Ferreira. Até a publicação da reportagem, o órgão não havia retornado. O espaço segue aberto para manifestações.

    Brasileiros em missões da ONU

    O Brasil possui um longo histórico de colaboração em missões de paz da Organização das Nações Unidas (ONU) ao redor do mundo, tendo enviado quase 60 mil militares do país para tais postos no exterior.

    Um dos exemplos mais notórios foi a Missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti (MINUSTAH), a qual o Brasil chefiou entre 2004 e 2017.

    Atualmente, o Ministério da Defesa estima que mais de 80 militares brasileiros estão deslocados em onze missões da ONU no exterior.

    Entre elas a Missão das Nações Unidas para a Estabilização na República Democrática do Congo (MONUSCO), chefiada pelo general de divisão Ulisses Mesquisa — o sexto militar brasileiro a liderar os esforços de paz da ONU no país africano.

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