Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 

Moraes nega devolver armas e R$ 30 mil a preso pela morte de Marielle

Por

O ministro Alexandre de Moraes (STF) negou a devolução de armas, aparelhos celulares, documentos e R$ 30,4 mil em espécie apreendidos com Robson Calixto Fonseca, conhecido como “Peixe”, preso sob acusação de envolvimento na morte da vereadora Marielle Franco, em março de 2018.

A defesa de Calixto alegou que o material apreendido já havia sido periciado pela Polícia Federal (PF) e não haveria mais necessidade de mantê-lo sob a tutela da Justiça. O pedido de restituição pondera ainda que o acusado não foi denunciado por homicídio.

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Robson Calixto foi preso por participção na morte de Marielle Franco

Reprodução / YouTube2 de 3

Chiquinho Brazão, Rivaldo Barbosa e Domingos Brazão – acusados de matar Marielle Franco

Montagem sobre fotos da Camara dos Deputados, EBC, e Alerj3 de 3

Ministro Alexandre de Moraes negou pedido de devolução de dinheiro apreendido

BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

Na decisão, Alexandre de Moraes justificou que a devolução dos bens “poderia desencadear prejuízo para a aplicação da lei penal”. O entendimento seguiu parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR), que sustentou ainda haver interesse no material apreendido.

O pedido não cita as quatro armas encontradas com Calixto durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão. Com ele, a PF localizou duas pistolas, um revólver e uma espingarda calibre 12 que estavam no quarto, além de um celular, uma agenda, anotações, planilhas e extratos bancários. Outro celular foi apreendido em outra fase das investigações.

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Dinheiro apreendido

Sobre os R$ 30,4 mil em espécie encontrados pela PF com Calixto, a defesa argumentou não haver prova da origem ilícita do dinheiro. “A acusação em momento algum trouxe indícios ou elementos de prova no sentido de que a origem desse valor seja ilícita”, diz o pedido de restituição.

Em sua justificativa, Alexandre de Moraes citou o envolvimento de Calixto com a milícia em Jacarepaguá e sua suposta participação, como laranja, nos negócios de Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro acusado de ser um dos mandantes da morte de Marielle.

“A restituição de valores apreendidos no âmbito de inquérito policial depende de prova concreta e irrefutável da origem lícita do numerário encontrado na posse de investigado, especialmente em casos como o presente, no qual se verifica uma atuação financeira no interesse de organização criminosa. De outra parte, existe a possibilidade de se reconhecer que a obtenção dos valores em questão tenha se dado a partir de ato criminoso, o que autoriza seu perdimento por força de decisão final”, disse o ministro, na decisão.

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