Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 

Motociclista que matou pedestre já tinha sido preso por dirigir bêbado

Por

O motociclista Wevérton Pereira de Mâcedo (foto em destaque), de 39 anos, que atropelou e matou Valmir Santos Sena, 72 anos, enquanto a vítima tentava levar um brinquedo para o neto, em Ceilândia (DF),  já foi preso por tráfico de drogas e por dirigir embriagado.

A primeira prisão por crime cometido no trânsito aconteceu em junho de 2019. Na data, Wevérton foi abordado pela polícia após ser flagrado dando “cavalo de pau” e fazendo zigue-zague e via pública.

No momento em que policiais se aproximaram, segundo o boletim de ocorrência, o homem saiu do veículo cambaleando, falando coisas desconexas e com hálito etílico. Ele também estava com a CNH suspensa e teria se recusado a fazer o teste do bafômetro, motivo pelo qual foi levado à 24ª Delegacia de Polícia (Ceilândia).

Um processo foi movido pelo Ministério Público contra o motociclista. Na sentença, o Tribunal de Justiça do DF (TJDFT) o condenou a 8 meses e 5 dias de prisão, além de determinar a suspensão do direito do homem de dirigir para 2 meses e 21 dias.

Leia também

Dois anos depois, policiais militares foram alertados de que um motociclista estaria vendendo drogas no Sol Nascente, em Ceilândia. Com a placa do veículo em mãos, os PMs passaram a patrulhar a região à procura do suspeito.

De acordo com o boletim policial, ao notar a presença dos militares, Wevérton fugiu do local em alta velocidade, sendo perseguido pela viatura. Em determinado momento, o homem teria corrido em direção a uma residência.

Conforme o depoimento dos policias, uma mulher, identificada como ex-companheira de Wevérton teria autorizado a entrada dos PMs, que encontraram porções de cocaína, balança de precisão e R$ 641 indicados como pertencentes aos homem.

Em um processo judicial, Wevérton pediu a nulidade do flagrante. Segundo ele, os militares “invadiram” à residência em que ele estava sem a devida permissão. O TJDFT, contudo, rejeitou a alegação homem.

Atualmente, Wevérton cumpre prisão domiciliar com monitoramento de tornozeleira eletrônica.

Atropelamento

Wevérton atropelou Valmir Santos Sena em uma faixa de pedestre enquanto a vítima levava um brinquedo para o neto, no sábado (15/11). No dia seguinte, Valmir teve o óbito declarado.

De acordo com testemunhas, outros veículos já haviam parado para a passagem do pedestre, na QNO 11/13 do Setor O, quando o motociclista, conduzindo uma Yamaha preta, passou em alta velocidade, atingindo o idoso. Após a colisão, mesmo ferido, o condutor da moto deixou o local sem prestar socorro.

Na segunda-feira (17/11), Wevérton foi preso pela Polícia Militar (PMDF) e encaminhado à Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). Na delegacia, o homem declarou que fugiu do local do acidente por medo. Ele foi liberado no dia seguinte após o depoimento.

O homem confessou não ter se apresentado antes por imaginar se tratar de uma situação em flagrante, e pretendia esperar três dias para ir até a 24ª Delegacia de Polícia (Ceilândia- Setor O) para se apresentar.

O condutor da moto disse que viu outros veículos parados, mas, quando avistou um carro acelerando, também aumentou a velocidade da moto para 60 km/h por achar que não havia mais ninguém na faixa de pedestres. Valmir estaria em um ponto cego.

Wevérton relatou que, quando acertou em cheio a vítima, vários populares se aproximaram, e isso teria o deixado “atordoado e assustado”. “Temendo pela sua segurança deixou o local de moto”, disse em depoimento.

Sobre não ter prestado socorro à vítima, o motociclista argumentou que perdeu o celular no momento do acidente, e um homem identificado como bombeiro militar já teria acionado o socorro.

Wevérton explicou ter comprado o ágio da moto usada no momento do acidente, mas disse ter devolvido a motocicleta ao antigo dono. O homem se comprometeu a entregar a moto na unidade policial para que fosse apreendida e periciada

Avô levava brinquedo ao neto

Vítima do atropelamento, Valmir estava voltando da casa de sua irmã quando foi atropelado. Ele levava um brinquedo para o neto. Inclusive, o presente ficou caído na faixa de pedestres.

O corpo de Valmir Santos foi velado na tarde desta quarta-feira (19/11) no Cemitério Campo da Esperança, em Taguatinga.

2 imagensFechar modal.1 de 2

Material cedido ao Metrópoles2 de 2

Material cedido ao Metrópoles

 

Homícidio culposo

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) informou que por se tratar de um acidente de trânsito, o caso é tratado como homicídio culposo, quando não há a intenção de matar, de acordo com o previsto na legislação do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

“O suspeito do atropelamento foi ouvido na delegacia, após mais de 48h do ocorrido, acompanhado de seu advogado, sendo liberado logo em seguida, conforme previsão da legislação. Não havia contra ele nenhum mandado de prisão em aberto”, informou a PCDF.

A 24ª DP instaurou devido inquérito policial para apurar todo o caso.

O outro lado

O Metrópoles não encontrou a defesa de Wevérton. O espaço segue aberto para manifestações.

Sair da versão mobile