Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Musgo surpreende e sobrevive nove meses no vácuo do espaço

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    Conhecidos por aguentar condições extremas, a resistência dos musgos foi colocada à prova mais uma vez: pesquisadores enviaram cápsulas ao espaço com esporos da planta e as expuseram na parte de fora da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês). O que mais surpreendeu os cientistas é que a maioria deles sobreviveu após passar nove meses em órbita.

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    O estudo liderado por cientistas japoneses utilizou o musgo terrestre rasteiro (Physcomitrium patens) no experimento. Os resultados foram publicados na revista científica iScience nessa quinta-feira (20/11).

    “Esperávamos uma taxa de sobrevivência quase nula, mas o resultado foi o oposto: a maioria dos esporos sobreviveu. Ficamos genuinamente surpresos com a extraordinária resistência dessas minúsculas células vegetais”, aponta o coautor do artigo, Tomomichi Fujita, da Universidade de Hokkaido, no Japão, em comunicado.

    Para testar a capacidade da planta, os esporos do musgo passaram nove meses fora da Terra. Quando retornaram, 80% deles ainda estavam ativos e germinando. “A maioria dos organismos vivos, incluindo os humanos, não consegue sobreviver nem por um curto período no vácuo do espaço”, diz Fujita.

    De acordo com o pesquisador, a sobrevivência fornece boas evidências de que o organismo possui mecanismos sofisticados para suportar as condições espaciais.

    Aplicações futuras do musgo

    Os atributos de resistência estão muito presentes nas plantas briófitas, como musgos, hepáticas e antóceros. Estima-se que as características as ajudaram a extrair nutrientes de rochas há milhares de anos para criar solos e espalhar vida pela Terra.

    Após sobreviver às condições extremas do espaço, os musgos são vistos como potenciais candidatos a fazer parte do processo para tornar outros planetas habitáveis como a Terra.

    Experimentos feitos em nosso planeta mostram que a planta consegue suportar radiação ultravioleta (UV), além de resistir a calor e frio extremo, capacidades também provadas no teste realizado no espaço.

    “Em última análise, esperamos que este trabalho abra uma nova fronteira para a construção de ecossistemas em ambientes extraterrestres, como a Lua e Marte. Espero que nossa pesquisa com musgos sirva como ponto de partida”, finaliza Fujita.

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