Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    “Não nos deixamos ameaçar”, afirma Maduro sobre exercícios em Trinidad

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    O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, acusou neste sábado (15/11) o governo de Trinidad e Tobago de colocar em risco a estabilidade do Caribe ao autorizar novos exercícios militares em uma área marítima próxima ao estado venezuelano de Sucre. As manobras, que contam com participação de tropas dos Estados Unidos, foram classificadas pelo mandatário como “irresponsáveis” e “ameaçadoras”.

    Segundo Maduro, os movimentos planejados pelo país vizinho representam uma tentativa de intimidação.

    “Eles pretendem ameaçar uma república como a Venezuela, que não se deixa ameaçar por ninguém”, declarou.

    Em reação ao anúncio, o presidente convocou moradores dos estados do leste venezuelano a manter “vigília e marcha permanente com a bandeira venezuelana hasteada”, alegando defesa da soberania e da paz regional.

    Lança do Sul

    No dia 13/11, o governo de Trump anunciou o lançamento de uma operação militar na América Latina chamada Lança do Sul, responsável por operações na América Central, América do Sul e Caribe, elevando as tensões diplomáticas na região.

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    Nos últimos meses, uma frota de navios de guerra dos EUA, caças F-35 e até mesmo o maior porta-aviões do mundo, o USS Gerald R. Ford, foram mobilizados para o Caribe.

    Desde então, Washington anunciou 19 bombardeios contra barcos que navegavam na região, supostamente ligados ao tráfico de drogas, matando ao menos 80 pessoas. Contudo, provas concretas sobre a ligação das embarcações com o crime não foram divulgadas.

    Tensão crescente no Caribe

    • Os exercícios ocorrem em meio a um período de tensão diplomática entre Caracas e Porto Espanha.
    • O governo venezuelano há meses acusa os Estados Unidos de utilizarem operações conjuntas de combate ao narcotráfico no Caribe como pretexto para ampliar sua presença militar na região e pressionar politicamente o regime chavista.
    • Para Trinidad e Tobago, no entanto, as manobras fazem parte de um cronograma regular de cooperação voltado para o enfrentamento ao tráfico transnacional.
    • Desde o dia
    • O país caribenho não respondeu diretamente às declarações de Maduro, mas autoridades de defesa reiteram que as atividades se limitam a águas sob jurisdição trinitina.

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    Nicolás Maduro

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    Maduro ordena mobilização da Força-Armada

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    Presidente da Venezuela, Nicólas Maduro

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    O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro

    Jesus Vargas/Getty Images

    Histórico conturbado

    A relação entre Venezuela e Trinidad e Tobago tem sido marcada por disputas sobre fronteiras marítimas, fiscalização de embarcações e pressões migratórias.

    O arquipélago, que abriga uma das maiores comunidades de venezuelanos refugiados no Caribe, mantém alinhamento próximo aos EUA em temas de segurança, o que desagrada Caracas.

    Nos últimos anos, episódios envolvendo apreensões de barcos de pesca, expulsão de migrantes e acusações mútuas de violações territoriais elevaram a temperatura política entre os dois países. O anúncio das novas manobras militares adiciona mais um ponto de atrito.

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