Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    No DF, paquistanês cobrava até R$ 57 mil para levar migrantes aos EUA

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    A Polícia Federal (PF) prendeu, nesta quarta-feira (19/11), o líder de uma organização criminosa transnacional especializada no contrabando de migrantes do sul da Ásia para os Estados Unidos.

    A quadrilha cobrava entre US$ 4 mil e US$ 11 mil, equivalente a R$ 21 mil e R$ 57 mil respectivamente, por pessoa para realizar o trajeto ilegal, que começava no Brasil e seguia por rotas terrestres e marítimas até a fronteira mexicana.

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    Segundo apuração da coluna, o principal alvo da operação é o paquistanês Sami ur Rahman, que vive em Samambaia (DF) e já tinha sido condenado anteriormente por crimes ligados ao tráfico de pessoas e corrupção.

    Mesmo após a condenação, ele teria continuado atuando no esquema, responsável por coordenar valores, rotas, captação de clientes e logística internacional.

    A operação, batizada de Rota Ilegal, foi deflagrada pela PF no Distrito Federal, onde funcionava a célula do grupo.

    Rotas

    Os migrantes eram instruídos a solicitar refúgio no Brasil e, em seguida, eram encaminhados por “rotas seguras” até a fronteira dos EUA, passando por Peru, Equador, América Central e México.

    A Justiça Federal autorizou mandados de busca e apreensão, prisão temporária, além do bloqueio de bens, incluindo contas bancárias, imóveis, veículos, embarcações, aeronaves e criptoativos, até o limite de R$ 5,94 milhões, valor equivalente ao montante estimado movimentado pela quadrilha.

    A PF calcula que o grupo movimentou ao menos US$ 1,1 milhão (aproximadamente R$ 5,94 milhões) em cinco anos, sem contar ganhos paralelos obtidos com venda de documentos falsos, orientações pagas online e monetização de canais digitais voltados para migrantes interessados em chegar aos EUA.

    A investigação teve apoio de agências internacionais e segue sob sigilo. Novos alvos podem ser identificados a partir da análise de celulares, computadores e documentos apreendidos.

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