Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Novo relatório do PL Antifacção ainda não convence o Planalto

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    A nova versão do relatório do PL Antifacção, protocolada pelo deputado Guilherme Derrite (PP) nesta terça-feira (18/11), ainda não convenceu o Planalto. Líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias afirmou que o texto “não muda muita coisa da versão anterior” e “sequer atende aos pedidos do governo”.

    O Planalto avalia que o texto não deve sofrer “grandes mudanças”, já que Lula pretende sancionar a medida ainda neste ano e utilizá-la como uma das bandeiras de sua campanha à reeleição em 2026.

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    De acordo com auxiliares da ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, permanece o impasse sobre a tentativa de equiparar facções criminosas a organizações terroristas. A pressão para incluir essa classificação tem sido liderada pelo deputado Sóstenes Cavalcante, chefe da bancada do PL na Câmara.

    O governo, porém, teme que a equiparação abra brechas jurídicas, amplie o risco de judicialização e alcance outras esferas políticas.

    Nos bastidores, integrantes do Planalto admitem dificuldade em construir um consenso com a oposição. A orientação é evitar que o PL Antifacção se converta em foco de desgaste, especialmente diante da ofensiva federal contra organizações criminosas anunciada como prioridade para 2025.

    Além das divergências técnicas, o impacto eleitoral também está no radar do governo. A avaliação interna é que a oposição tenta usar o projeto para reforçar a narrativa de que a gestão Lula não teria rigor suficiente no combate a facções — argumento que auxiliares do presidente buscam neutralizar antes de o debate avançar no Congresso.

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