Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Obra de Klimt é vendida por R$ 1,2 bilhão e lidera ranking da arte moderna

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    Um retrato do pintor austríaco Gustav Klimt foi leiloado pelo valor recorde de US$ 236,4 milhões — mais de $ 1,2 bilhão. A pintura tornou-se a segunda obra de arte mais cara já vendida em um leilão, sendo o primeiro lugar entre os itens de arte moderna.

    A obra moderna, intitulada de Retrato de Elisabeth Lederer, é uma pintura de quase dois metros de altura, feita entre os anos de 1914 e 1916. A arte mostra a jovem Elisabeth, herdeira de um casal de mecenas que patrocinava os trabalhos de Klimt, envolta em um robe chinês.

    A peça foi vendida no leilão da Sotheby’s, em Nova York, na noite dessa terça-feira (18/11). Inicialmente, a expectativa é que a obra seria vendida por cerca de US$ 150 milhões (cerca de R$ 798 milhões). No entanto, seis licitantes travaram uma disputa de 20 minutos pelo retrato, que alcançou o valor recorde.

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    A Sotheby’s não revelou o nome do comprador da obra.

    O Retrato de Elisabeth Lederer só fica atrás do Salvator Mundi, de Leonardo da Vinci, que foi arrematada por US$ 450,3 milhões (mais de R$ 2,3 bilhões) em um leilão em 2017.

    Obra tem história surpreendente

    Antes de alcançar o posto de obra moderna mais cara já leiloada, o Retrato de Elisabeth Lederer foi saqueado pelos nazistas e quase destruído em um incêndio durante a Segunda Guerra Mundial.

    Em 1948, a obra foi recuperada pelo irmão de Elisabeth Lederer. Ele ficou com a pintura até 1983, dois anos antes de morrer.

    Depois disso, o retrato passou a fazer parte da coleção particular de arte de Leonard A. Lauder, herdeiro de Estée Lauder.

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