Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Os prós e contras dos favoritos de Bolsonaro à Presidência

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    O ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar, está perto de autorizar a divulgação do candidato que terá o seu apoio para disputar a Presidência da República no ano que vem. Os favoritos são o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o senador Flávio Bolsonaro (PL).

    De um lado, Tarcísio aparece como o preferido do mercado financeiro e de dirigentes do Centrão. Em que pesem as críticas de Eduardo Bolsonaro, o governador de São Paulo goza da confiança de Jair, que o considera aliado “confiável” e “ótimo gestor”. Se Lula terá o apoio da máquina federal nas eleições 2026, Tarcísio contaria com a também poderosa estrutura do governo paulista.

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    O ex-presidente Jair Bolsonaro

    HUGO BARRETO/METRÓPOLES
    @hugobarretophoto2 de 3

    Governador Tarcísio de Freiras e o senador Flávio Bolsonaro

    Foto de leitor/ coluna Paulo Cappelli3 de 3

    O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP)

    VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

    O sangue dos Bolsonaro, contudo, não corre na veia de Tarcísio. E, no entorno do ex-mandatário, há quem avalie que o governador não encamparia uma cruzada para tentar tirar Jair da prisão e reduzir o poder do Supremo Tribunal Federal (STF), caso assuma o Palácio do Planalto.

    A informação de que Tarcísio teria se desculpado com o ministro Alexandre de Moraes (STF), pelas críticas nominais que fez durante discurso na Avenida Paulista, não foi bem digerida pela família Bolsonaro. Mesmo que o possível aceno ao magistrado não tenha sido público, diferentemente da “tirania de Moraes” vocalizada pelo governador em um carro de som.

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    Diante do cenário “sangue no olho” que Jair Bolsonaro prevê para 2026, Flávio passou a ganhar força como opção caseira para disputar a Presidência. A seu favor, o bom trânsito no meio político. O parlamentar é visto como o mais moderado dos filhos do ex-presidente, chegando a manter boa relação com o líder do PT no Senado, Jaques Wagner.

    Esse trunfo permitiria a Flávio formar coligação mais ampla, por exemplo, que uma liderada pelo irmão Eduardo — o deputado licenciado, que mora nos Estados Unidos, tem dito que também pretende se lançar à Presidência.

    De todos os Bolsonaro, incluindo Jair, os filhos e Michelle, Flávio é o mais respeitado por Alexandre de Moraes. Em conversas reservadas, o ministro já se queixou de que Jair não tem palavra e não cumpre os acordos que faz, diferentemente do filho primogênito.

    Contra Flávio Bolsonaro, pesa a acusação de rachadinha feita pelo Ministério Público referente ao período em que era deputado na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. Por mais que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) tenha arquivado o caso em 2022, influentes aliados de Jair Bolsonaro argumentam que seria melhor ele optar por um nome “sem teto de vidro”.

    Isso porque a campanha bolsonarista vai explorar esquemas de corrupção que eclodiram no governo do PT, como o mensalão, o petrolão e a farra do INSS. Este último teve início ainda na administração Bolsonaro, mas foi elevado a um novo patamar na gestão Lula. Com isso, aliados do ex-presidente temem que o Partido dos Trabalhadores use a rachadinha como espécie de “antídoto” para rebater as acusações de que será alvo durante as eleições.

    Michelle Bolsonaro

    A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro também aparece, com menos força, como uma das opções cotadas. Ela é vista como uma liderança carismática e com entrada no eleitorado feminino, mas o fato de não ter experiência política joga contra. Antes de ser proibido de dar entrevistas, o ex-presidente chegou a dizer que via com preocupação uma eventual relação de Michelle com o Congresso Nacional caso ela assumisse a Presidência.

    “Só eu sei o que passei ali [nas tratativas com deputados e senadores]. Não desejo isso para a Michelle”, disse Bolsonaro à coluna. A ex-primeira deverá ser candidata ao Senado pelo Distrito Federal.

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