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    Petistas e bolsonaristas se unem em homenagem a policiais no RJ

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    Adversários políticos deixaram as diferenças de lado e assinaram juntos moções de pesar pela morte de quatro policiais durante a megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte do Rio de Janeiro, que contabilizou 121 mortos. As homenagens foram protocoladas no Senado na quinta-feira (30/10).

    Os requerimentos reúnem assinaturas de parlamentares de campos opostos, como os petistas Fabiano Contarato e Paulo Paim e os bolsonaristas Flávio Bolsonaro (PL), Magno Malta (PL), Damares Alves (Republicanos), Hamilton Mourão (Republicanos), Carlos Portinho (PL) e Astronauta Marcos Pontes (PL). Também subscrevem o pedido Sergio Moro (União Brasil), Cleitinho (Republicanos).

    10 imagensSenador Paulo Paim (PT)Senador Flávio Bolsonaro (PL)Senador Magno Malta (PL)Senadora Damares Alves (Republicanos)Senador Hamilton Mourão (Republicanos)Fechar modal.1 de 10

    Senador Fabiano Contarato (PT)

    Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado2 de 10

    Senador Paulo Paim (PT)

    Roque de Sá/Agência Senado3 de 10

    Senador Flávio Bolsonaro (PL)

    MICHAEL MELO/METRÓPOLES @michaelmelo4 de 10

    Senador Magno Malta (PL)

    VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto5 de 10

    Senadora Damares Alves (Republicanos)

    Agência Senado6 de 10

    Senador Hamilton Mourão (Republicanos)

    Agência Senado7 de 10

    Senador Carlos Portinho (PL)

    Vinicius Schmidt/Metrópoles8 de 10

    Senador Marcos Pontes (PL)

    Waldemir Barreto/Agência Senado9 de 10

    Senador Sergio Moro (União Brasil)

    Hugo Barreto/Metrópoles10 de 10

    Senador Cleitinho (Republicanos)

    Vinicius Schmidt/Metrópoles

    As moções prestam solidariedade às famílias do 3º sargento Heber Carvalho da Fonseca, do 3º sargento Cleiton Serafim Gonçalves, do comissário Marcus Vinícius Cardoso de Carvalho e do policial civil Rodrigo Velloso Cabral, mortos em ação.

    Nos textos, os senadores reconhecem o papel das forças de segurança no combate ao crime organizado. A iniciativa ocorre em meio à troca de acusações entre o governo federal e o governo do Rio sobre a operação que resultou em mais de uma centena de mortes.

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    Após a leitura em plenário, os votos de pesar serão registrados nos anais do Senado e comunicados oficialmente às famílias dos policiais homenageados.