Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Presidente da CCJ diverge de Moraes sobre perda do mandato de Ramagem

    Por

    Presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, o deputado Paulo Azi (União-BA) defendeu à coluna que a Casa tenha a palavra final sobre a perda do mandato do deputado bolsonarista Alexandre Ramagem (PL-RJ) ordenada pelo STF.

    Na terça-feira (25/11), o ministro do STF Alexandre de Moraes ordenou que a Mesa Diretora da Câmara declare a perda do mandato de Ramagem por excesso de faltas às sessões plenárias, e não pela condenação do deputado bolsonarista no inquérito do golpe.

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    O presidente da CCJ da Câmara, Paulo Azi

    Giuliano Gazzoni/Metropoles2 de 4

    Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados3 de 4

    Alexandre Ramagem foi visto nos EUA mesmo estando proibido de deixar o Brasil

    Agência Câmara4 de 4

    Deputado Alexandre Ramagem

    Breno Esaki/Metrópoles

    Para o presidente da CCJ, a ordem de Moraes precisa ser votada tanto pela comissão quanto pelo plenário da Câmara. Segundo Azi, a Constituição Federal estabelece que, nesse caso de excesso de faltas, a perda de mandato precisa ser votada pelos deputados.

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    À coluna, o chefe da CCJ afirmou que deve discutir o assunto com o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), na próxima semana. Na quinta-feira (27/11), Motta disse ter encomendado um parecer da consultoria jurídica da Casa sobre o caso.

    “Vou falar com Hugo sobre isso na segunda. O que sei é que, pela Constituição, nós devemos analisar. O presidente pediu uma ajuda à consultoria técnica para avaliar o caso”, disse Azi à coluna.

     

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