Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    #SemAnistia x #AnistiaJá: assunto transforma web em “guerra política”

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    O debate acerca de uma possível anistia para os condenados pelos atos de 8 de janeiro está dominando a internet. De acordo com o levantamento da Ativaweb DataLab, em apenas um ano, 72 milhões de menções sobre anistia foram realizadas na web. E isso se dá tanto contra como a favor.

    Do valor total, 48,8% menções foram favoráveis à #AnistiaJá. 31,5% defenderam a narrativa #Sem Anistia e 19,7% se mantiveram neutros sobre a temática.

    O tema teve 72.878.123 menções únicas nas redes sociais. O estado com maior volume de menções foi São Paulo 24,3%, seguido por Rio de Janeiro e Minas Gerais, com 13,% e 10,4%, respectivamente.

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    Polarização

    Os números evidenciam a polarização política vivida pelo Brasil nos últimos anos. Esse cenário chegou até as redes e deve perdurar até as eleições de 2026, com eleitores e políticos com presença marcada no âmbito digital. Para Alek Maracajá, CEO da Ativaweb, desde 2018, o Brasil vive uma transformação estrutural na conectividade digital.

    O especialista em big data esclarece que a presença digital é o principal termômetro da força política e quem domina o algoritmo não controla só o discurso, mas controla também o ritmo da decisão do eleitor.

    “A eleição começa primeiro no feed, depois na rua. Não é sobre curtidas. É sobre programar o ambiente onde o voto nasce. O celular virou a nova urna invisível da democracia. Quem ignora o digital não perde engajamento, perde o controle da narrativa”, analisa Maracajá.

    Os perfis mais ativos no debate da anistia na internet são adultos de 25 a 34 anos, representando 34,8% das menções. A leitura técnica da Ativaweb destaca que o debate é liderado pela geração hiperconectada, com alta presença de jovens adultos e comportamento de replicação acelerada de narrativas.

    Personificação

    O levantamento também traz a personificação das pessoas que participaram do debate da anistia na internet. No espectro político direita as menções são feitas por influenciadores políticos conservadores, parlamentares bolsonaristas, comunicadores independentes, perfis religiosos ativistas e comunidades anti-STF.

    Pela esquerda, o perfil das pessoas por trás das publicações são militantes sindicais e universitários, coletivos progressistas, jornalistas ativistas, núcleos acadêmicos politizados e perfis ligados a movimentos identitários. “A direita opera com maior volume e replicação. A esquerda opera com maior densidade discursiva e articulação semântica”, diz a leitura técnica do levantamento.

    “As redes não “criam” o voto sozinhas, mas aceleram processos de convencimento, reforçam crenças e reduzem o tempo de decisão do eleitor. O digital não vira voto por mágica ele molda o ambiente psicológico onde a decisão é tomada”, afirma Alek.

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