Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Tartaruga Gramma, lenda do Zoológico de San Diego, morre aos 141 anos

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    Por pouco mais de 140 anos, Gramma foi a grande estrela do Zoológico de San Diego (EUA). A tartaruga-gigante-das-Galápagos morreu na quinta-feira (20/11), após apresentar agravamento de um problema ósseo ligado à idade. Monitorada de perto por especialistas, ela acabou sendo submetida à eutanásia para evitar sofrimento. A instituição confirmou a perda nas redes sociais e ressaltou a importância do animal para milhões de visitantes.

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    Funcionários descreveram Gramma como um animal “tímido” e “doce”. Em nota ao site Daily Mail, o zoológico afirmou que ela “marcou a vida de incontáveis pessoas em San Diego, servindo como uma grande embaixadora da conservação de répteis”.

    Vinda das Ilhas Galápagos, Gramma passou pelo Zoológico do Bronx, nos Estados Unidos, antes de chegar a San Diego, entre 1928 e 1931, onde integrou uma das maiores coleções de espécies raras e ameaçadas do planeta.

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    Apelidada de “rainha do zoológico”, Gramma atravessou duas guerras mundiais, viu mais de 20 presidentes americanos e já tinha mais de 30 anos quando acompanhou a criação do próprio zoológico californiano.

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    As tartarugas-gigantes-de-galápagos podem viver mais de 100 anos na natureza e quase o dobro disso em cativeiro

    San Diego Zoo/Facebook/Reprodução 2 de 4

    Muitos visitantes comentaram nas redes sociais sobre a primeira vez que visitaram a vovó quando eram jovens e sobre a oportunidade de voltar anos depois com seus filhos

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    As tartarugas de Galápagos incluem 15 subespécies, das quais três foram consideradas extintas

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    Enquanto o mundo mudava ao seu redor, ela encantava os visitantes com sua personalidade doce e tímida

    San Diego Zoo/Facebook

    Sua morte motivou homenagens de visitantes que compartilharam lembranças nas redes sociais. Segundo informações da CBS News, relatos incluem desde pessoas que, nos anos 1960, chegaram a montar em seu casco — algo hoje impensável — até quem a alimentou com alface romana há décadas e a descreveu como “uma alma gentil”.

    Uma visitante que a encontrou em uma visita VIP neste ano escreveu: “Meu coração se parte.”

    Características

    As tartarugas-gigante-de-Galápagos podem ultrapassar um século de vida e atingir mais de 250 quilos. A espécie tem 15 subespécies, três já extintas, e é alvo de programas de reprodução que, desde 1965, permitiram reintroduzir milhares de indivíduos na natureza.

    Apesar da idade impressionante de Gramma, há registros ainda mais longevos, como Harriet, do Zoológico da Austrália, que viveu até os 175 anos. Mesmo assim, Gramma permanece entre as mais velhas já exibidas em instituições do mundo.

    De hábitos simples, ela gostava de banhos de sol, poços rasos de água, alface e frutos de cacto. Para homenageá-la, o Zoológico de San Diego sugeriu que o público celebrasse sua memória com uma “farta salada cheia de frutas” — um gesto afetivo para se despedir da tartaruga que, por décadas, fez parte da história da cidade.

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