Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    A bússola do Brasil tem Norte: Zona Franca de Manaus

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    O país não precisa inventar o que já funciona.

    Precisa apenas reconhecer o que já tem.

    O Brasil vive um daqueles momentos em que é preciso reencontrar o seu eixo. E, quando a bússola aponta para o lugar certo, ela revela algo que o país insiste em ignorar: o Norte é uma referência, não uma fronteira distante.

    É ali que se encontra um dos pilares reais da economia legal brasileira, a Zona Franca de Manaus (ZFM), cuja importância estratégica ainda é desconhecida pela maior parte da sociedade, inclusive por setores que dela se beneficiam sem saber.

    Não é a fragilidade do modelo que explica suas crises periódicas, mas a ausência de conhecimento histórico sobre sua função, seus avanços e sua contribuição silenciosa para o país.

    O problema central não é técnico — é cognitivo.

    A raiz das divergências, incompreensões e preconceitos que cercam a Zona Franca pode ser resumida numa palavra: desconhecimento.

    Desconhecimento sobre:

    • A história de perseguições, disputas fiscais e batalhas políticas que moldaram o modelo.
    • O papel geoeconômico do Polo Industrial de Manaus, responsável por gerar 30% de todo o PIB da região Norte.
    • As funções de soberania, presença do Estado e proteção territorial que a ZFM exerce num ponto sensível do mapa brasileiro.
    • Os efeitos multiplicadores em educação, inovação, ciência, logística e infraestrutura no Amazonas e no país.

    As divergências locais existem, mas não definem o modelo. O que define a ZFM é o conjunto de atores — empresariais, acadêmicos, públicos e sociais — que, mesmo com visões distintas, sustentam diariamente uma das experiências mais bem-sucedidas de desenvolvimento regional do Brasil.

    Uma política nacional tratada como assunto regional

    A Zona Franca de Manaus é frequentemente tratada como um favor, um privilégio ou uma exceção.

    Mas, ela é, em verdade, uma política pública de interesse nacional, reconhecida na Constituição porque cumpre funções que nenhum outro instrumento cumpre:

    • Reduz desigualdades regionais.
    • Protege a floresta por meio da economia legal.
    • Gera empregos formais em larga escala.
    • Ancora a presença do Estado numa área vital para a soberania.
    • Distribui renda direta e indireta para o país inteiro.

    O país que desconhece isso vive se enganando sobre o próprio território.

    Equívocos sobre “gastos tributários”: a contabilidade da desinformação

    Grande parte das críticas atuais se baseia em números artificiais de “renúncia fiscal” que não resistem a uma análise séria.

    Esses dados:

    • Confundem incentivos constitucionais com isenções, o que é tecnicamente errado.
    • Ignoram os tributos federais, estaduais e municipais arrecadados pelo modelo.
    • Não incluem repasses obrigatórios ao P&D, FNDCT, UEA, Suframa e fundos setoriais.
    • Superestimam perdas sem calcular ganhos, como industrialização, empregos, cadeias logísticas e segurança institucional.

    A realidade é clara:

    A indústria incentivada devolve ao Brasil mais do que recebe — em impostos, inovação, presença estatal e estabilidade territorial.

    É uma equação positiva que o Brasil insiste em ler de cabeça para baixo.

    A unidade que falta: conhecer para defender

    Se o desconhecimento é o problema, a solução é a unidade.

    Mas, não uma unidade retórica:

    Uma unidade informada, sustentada em dados, história, ciência e visão de futuro.

    Indústria, universidade, Estado, imprensa, juventude e sociedade civil precisam falar a mesma língua quando o tema é a Amazônia. Cada divergência local deve ser solucionada internamente, sem permitir que ruídos domésticos alimentem narrativas externas que desconhecem o contexto e colocam em risco conquistas que pertencem ao Brasil inteiro.

    A Amazônia que orienta — o Norte que guia

    Para onde aponta a bússola do Brasil?

    Para o Norte.

    Não como metáfora, mas como responsabilidade.

    A Zona Franca de Manaus é uma construção coletiva: amazônida, brasileira e republicana no melhor sentido do termo.

    Ela garante desenvolvimento, protege a floresta e aponta caminhos concretos para uma economia sustentável — algo que o país inteiro ainda busca.

    O Brasil não precisa inventar o que já funciona.

    Precisa apenas reconhecer o que já tem.

    E entender, de uma vez por todas, que a bússola do Brasil tem Norte — e esse Norte se chama Amazônia em pé, povo respeitado e Zona Franca de Manaus funcionando.

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