Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
MAIS

    Agressão na Câmara reacende projeto que protege jornalistas

    Por

    O episódio de agressões a jornalistas na Câmara, na terça-feira (9/12), recolocou em discussão um projeto de lei do deputado Túlio Gadêlha (Rede) que prevê penas mais duras para crimes cometidos contra profissionais da imprensa. A proposta foi apresentada em 2020, durante o governo Bolsonaro, e permanece parada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) desde 2021.

    O texto apresentado por Gadêlha prevê o endurecimento de penas para agressões, ameaças, perseguições e outras formas de intimidação contra jornalistas em razão do exercício profissional. O projeto também estabelece agravantes quando essas condutas são praticadas por agentes públicos, em ambientes institucionais ou com o objetivo de censurar coberturas jornalísticas.

    Após o episódio na Câmara, o deputado afirmou que “a violência contra jornalistas dentro da Casa do povo é inaceitável” e declarou que a imprensa tem função constitucional de fiscalização, acrescentando que “impedir esse trabalho é atacar diretamente o direito da sociedade à informação”.

    Para Gadêlha, a retomada do debate é necessária para enfrentar a escalada de hostilidade contra jornalistas.

    “Se o Parlamento não garante segurança para a imprensa dentro de suas próprias dependências, o que podemos esperar do restante do país. A democracia brasileira depende de uma imprensa livre, crítica e protegida, e este projeto existe para assegurar exatamente isso”, afirmou.

    Sair da versão mobile