Celebração da morte de Jesus
Muito tempo atrás, Deus revelou uma mensagem a um profeta. Deus disse que um dia as pessoas vão viver em harmonia com a natureza. Ninguém vai ficar doente. As famílias vão construir suas próprias casas, tirar seu sustento da terra e ficar muito satisfeitas com seu trabalho. — Isaías 11:6-9; 35:5, 6; 65:21-23.
Como podemos ter certeza que isso vai acontecer? Jesus fez milagres para mostrar às pessoas que o mundo inteiro vai ser bom assim. Ele também morreu por nós. Por causa da morte dele, a tristeza vai deixar de existir e todas as promessas de Deus vão se cumprir. A morte de Jesus foi tão importante que ele mandou seus discípulos se reunirem todos os anos para lembrar da morte dele. — Lucas 22:19, 20.
Pelo calendário usado nos tempos bíblicos, o dia da morte de Jesus vai cair neste ano na terça-feira, dia 11 de abril. As Testemunhas de Jeová convidam você para estar com elas nessa data e aprender como a morte dele pode ajudar você e sua família.
As Testemunhas de Jeová convidam toda a comunidade tarauacaense para estar presente a Celebração da morte de Cristo. 
Evento bíblico gratuito dia 11 de Abril, em dois horários:
18 às 19h ou das 19:40h às 20:40h
No Salão do Reino das Testemunhas de Jeová na entrada do Bairro Avelino Leal (Bairro Novo) 
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    Após cerco naval, Trump indica o que realmente quer da Venezuela

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    Durante a última corrida presidencial nos Estados Unidos, Donald Trump revelou uma de suas frustrações após não ter sido reeleito presidente do país em 2020: não ter conseguido acesso ao petróleo da Venezuela, país que possuí as maiores reservas do combustível fóssil ao redor do mundo. O que, diante das últimas declarações, parece ter voltado à sua agenda de governo.

    Cerco contra a Venezuela

    • Desde agosto, os EUA realizam um cerco militar na América Latina e Caribe, sob a justificativa de combater o tráfico de drogas.
    • Trump ordenou que navios de guerra, fuzileiros, um submarino nuclear, caças F-35 e o porta-aviões USS Gerald R. Ford fossem deslocados para a região.
    • Em meio à mobilização, que posteriormente se transformou na operação militar Lança do Sul, barcos têm sido atacados nas águas do Caribe e Oceano Pacífico. Segundo o Pentágono, as embarcações foram bombardeadas por estarem transportando drogas para os EUA. Provas das acusações, porém, não foram fornecidas.
    • Até o momento, 27 barcos já foram atacados por forças norte-americanas, deixando 99 mortos.
    • Nicolás Maduro é personagem central da ofensiva militar dos EUA na região. Sancionado pelo governo norte-americano, o presidente da Venezuela é apontado como o chefe do cartel de Los Soles, grupo que foi recentemente classificado por Washington como organização terrorista internacional.
    • Na prática, a mudança, que também atingiu outros grupos, abriu brechas para que operações militares dos EUA fossem enviadas para outros países com a justificativa de combater o terrorismo.
    • Os ataques dos EUA foram registrado apenas em águas da América Latina. Trump, porém, já revelou que as operações podem migrar para a terra, e atingir países que “vendam drogas” ao país que comanda, como é o caso da Venezuela de Maduro.

    Na época, a Venezuela tentava sair de uma crise interna, após o opositor de Nicolás Maduro, Juan Guaidó, apoiado pelos EUA e boa parte da comunidade internacional, se autoproclamar presidente da Venezuela após eleições contestadas internacionalmente.

    “Quando eu saí, a Venezuela estava prestes a colapsar”, disse Trump durante um evento do Partido Republicano em 2023. “Nós teríamos tomado o país e pegado todo aquele petróleo. Seria ótimo”.

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    Menos de três anos depois da polêmica declaração, o petróleo venezuelano voltou ao centro das atenções de Trump. Dias depois de um navio petroleiro ser apreendido na Venezuela, e do anúncio do cerco naval contra o país, o líder norte-americano passou a acusar Maduro de roubar o combustível dos EUA.

    Além disso, o líder norte-americano também ligou o petróleo a um possível enriquecimento ilícito do presidente da Venezuela e aliados. Um dinheiro que, segundo o líder norte-americano, está sendo empregado em atividades criminosas como “o terrorismo de drogas, o tráfico humanos, o assassinato e o sequestro”.

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    Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump

    Scott Olson/Getty Images2 de 4

    Trump e o chefe do Pentágono, Pete Hegseth

    Anna Moneymaker/Getty Images3 de 4

    Nicolás Maduro

    Jesus Vargas/Getty Images4 de 4

    Maduro e Trump

    Arte/Metrópoles

    Para analistas ouvidos pelo Metrópoles, porém, as declarações de Trump não possuem dados ou provas concretas

    “Essa acusação de roubo tem uma base muito frágil, que são as sanções impostas unilateralmente pelos Estados Unidos contra a Venezuela, que começaram ainda na gestão de Barack Obama, mas passaram a atingir o setor petroleiro da Venezuela no primeiro governo Trump, e atualmente, em sua segunda administração.”, explica Carolina Pedroso, professora de Relações Internacionais da Unifesp e especialista em política da América Latina e Estados Unidos. “Com isso, Trump demonstra que está disposto a aumentar os níveis de tensão para sustentar sua narrativa, que é majoritariamente direcionada para o público interno, e para produzir ainda mais pressão sobre o regime de Maduro, mas de um modo que não seja necessário uma intervenção militar direta, cujos custos seriam altos e os resultados imprevisíveis”, acrescenta.

    Mesmo com o cenário incerto, uma informação revelada pelo jornal norte-americano Politico mostra que Trump já tem feito articulações com empresas petrolíferas dos EUA.

    De acordo com a publicação, a administração republicana teria buscado empresas petroleiras do país, e questionado se existe o interesse das mesmas em retomar operações na Venezuela caso Maduro deixe o poder. Trump, contudo, teria ouvido um “não” do setor, que enxerga muitos riscos econômicos envolvidos na operação.

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