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Após Magnitsky, o que falta resolver das ações dos EUA contra o Brasil

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Após Magnitsky, o que falta resolver das ações dos EUA contra o Brasil

Após a retirada das sanções aplicadas contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) projeta pendências que ainda precisam ser resolvidas na relação com os Estados Unidos (EUA).

A retirada das restrições baseadas na Lei Magnitsky foi anunciada na última sexta-feira (12/12). Antes, a Casa Branca já havia recuado de parte das tarifas impostas a exportações brasileiras. Como mostrou o Metrópoles, o Planalto atribui a mudança de postura à negociação direta entre os presidentes.

Agora, o governo trabalha para reduzir o restante das taxas, que ainda incidem sobre produtos como pescados, cereais, mel e industrializados. Estimativa do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços projeta que 22% das exportações seguem sujeitas à sobretaxa de 40%.

Fim das sanções contra Moraes

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O Executivo também defende a revogação das restrições a vistos aplicadas contra ministros do STF, integrantes do governo e familiares de autoridades. Na lista, estão por exemplo o ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, e servidores envolvidos na implementação do programa Mais Médicos.

Além disso, outro assunto em vigor é a investigação comercial no âmbito da Seção 301, iniciativa pelo governo norte-americano para apurar supostas práticas comerciais “desleais”. De acordo com o integrantes do Palácio do Planalto, a investigação não foi discutida pelos presidentes em conversas recentes, mas a expectativa é que alguns pontos levantados pela Casa Branca sejam levados à mesa de negociação em breve.

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